Feriado é mesmo tudo de bom! Ainda mais quando é prolongado, como foi este da Consciência Negra, dia 20/11, em São Paulo. Confesso que não havíamos planejado nenhuma viagem, mas a saudade do mar já estava batendo forte…
Eis que surge um dos queridos e lança: “Bora pra Boiçucanga?”. A oferta era tentadora, mas a grana anda meio curta… como a praia já é velha conhecida nossa (e muito querida, por sinal), decidimos apertar o botão “F” e vambora! Já havíamos comentado que conhecemos pouco das praias de São Sebastião, e estava na hora de visitá-las!
Para quem nunca foi, Boiçucanga fica no municío de São Sebastião/SP, Litoral norte. É uma praia muito bonita e está ficando bem popular, pelo que vimos neste feriado. É também um bairro do distrito de Maresias, do mesmo município. Em tupi-gurani, Boiçucanga significa “cobra de cabeça grande” e recebeu este nome pela semelhança da formação montanhosa em seu canto esquerdo (não esta da foto, do outro lado).
Desta vez, fomos com um casal de amigos. Eles ficaram hospedados na Pousada Boiçucanga, que custou R$ 280,00 o período de 20/11 à 22/11, para o casal, com café da manhã incluso; nós, os campistas que não se importam com menos conforto, ficamos no Camping do Vovô Kida, que fica na beira da praia (falo mais sobre o camping na sessão “Onde ficar, onde não ficar”).
Nossos dias foram bem aproveitados, embora no sábado tenha chovido um pouco de manhã. Chegamos em Boiçucanga às 3h30 da sexta-feira. Dormimos e por volta das 10h fomos para a praia. Estava lotada! Tostamos no sol até aproximadamente 14h, quando fomos procurar um lugar para comer. A saber: Boiçucanga é uma praia consideravelmente desenvolvida, tem muitas lojas, restaurantes, um supermercado e um pequeno shopping, onde se pode tomar milkshake de Ovomaltine no Bob’s. Almoçamos por R$ 9,00 o PF.
De tarde, decidimos aproveitar o sol para visitar a Cachoeira do Ribeirão do Itu, já falei sobre ela no post que linkei aí, confiram. O estacionamento do Cícero é o que sempre usamos pra deixar o carro – ele cobrava R$ 5,00, mas agora aumentou pra R$ 8,00. Dêem uma chorada no preço pra ver se ele dá um desconto!
De noite, música no shopping, casquinha do Bob’s, conversas, risadas e sono!
Apesar de amanhecer garoando no sábado, pudemos aproveitar bem o dia. Não madrugamos nem nada, mas como estava calor ainda, decidimos visitar algumas praias da região. Começamos por Juqueí (ou Juquehy, ou Juquey, não sei – vi escrito de várias formas). A praia é muito bonita, mais plana do que as outras, com muitas pousadas e restaurantes. Também tem vários barzinhos, e rolam baladas à noite. Recomendamos. Uma pena que não tinha sol… não dá para vocês terem noção da beleza sobre a qual estamos falando.
Depois de Juqueí, almoçamos e paramos em Barra do Una. Sempre ouvi falar dessa praia, mas nunca tive a oportunidade de parar para conhecê-la. Barra do Una tem um grande rio, com entrada pelas duas margens. O rio encontra com o mar no final da praia, formando uma mistura muito interessante de cores e temperaturas nas águas.
O espaço entre uma margem e outra é bem vasto, mas vimos um homem cruzando à pé. Não quisemos tentar por vários motivos (principalmente por não saber se dava pé mesmo – Eric e eu não sabemos nadar – mas fica aí mais uma linda paisagem na memória.
Vi o salva-vidas o tempo todo na praia (pelo menos enquanto estávamos por lá), então achamos a praia bem segura. Várias famílias por ali, brincando com as crianças na água. O mar estava um pouco agitado, mas dava banho, conforme a bandeira verde da Cetesb, que vimos em todas as praias que visitamos. Não sabe do que eu estou falando? Clique aqui.
Pois bem, depois de Barra do Una, seguimos pela Rio-Santos até a Praia Preta. O acesso se dá por uma ruazinha, na beira da rodovia mesmo.
Fomos andar no costão rochosodo lado esquerdo da praia, logo na saída da trilha. Sem sol, as pedras estavam frias e boas para andar. A Vanessa (amiga da foto) não gostou muito da idéia… muitas baratinhas de praia passeiam pelas pedras, mas fogem assim que sentem a vibração dos nossos passos.
No dia seguinte, Maresias!
Maresias é a praia que o Luciano queria conhecer (nosso companheiro de
viagem). Falada por todos por causa das ondas e dos campeonatos de surf, virou a “queridinha” de São Sebastião! São dezenas de condomínios de luxo, lojas de marcas famosas de roupas de surf, restaurantes e bares para todos os gostos e bolsos (e olha que conseguimos almoçar por R$ 12,00 cada). Pegamos um dia ótimo de praia – nem sol forte, nem nublado. Um “mormaço” que pedimos a Deus no dia anterior!
Com isso, somamos mais um post “Praias” e “Litoral Norte SP”. Espero que gostem. As fotos, como de costume, estarão no nosso álbum do Picasa.
Boa semana à todos e até!!!





Um deles é o site da
porquê de tanta admiração: a Estrada Real é composta de vários caminhos, que passam por centenas de cidades, e foi sendo formada ainda no tempo do Brasil Colônia, à medida que as riquezas foram sendo descobertas e tinham a necessidade de serem transportadas. Com muitos trechos percorridos pelos Bandeirantes, também era utilizada para o transporte de bens de comércio.
No site, pode-se buscar por atrativos, nomes das cidades, ou escolher um dos caminhos para trilhar. Claaaro que você também pode trilhar todos, mas isso demanda algum tempo de planejamento e muita disposição. Afinal, a estrada cruza pelo menos 3 estados brasileiros: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Vale à pena conhecer. Quando eu tiver uns diazinhos livres…




Oi gente!!!

- Cachoeira Véu da Noiva, Simplesmente 




Segundo as informações da trilha, a flora dos “Campos de Altitude” (formações abertas não florestais que ocorrem à partir dos 1200 m de altitude), é formada principalmente por bambuzinhos, bromélias, orquídeas, velosiáceas, capins, sempre-vivas, musgo e líquens. Acostumados que estamos com matas úmidas e em altitudes menores, estranhamos demais a vegetação. A trilha muda um pouco após aproximadamente 1,5km.

