São Sebastião/SP

Postado em Curiosidades e Dicas, Hospedagem, campings e afins, Passeios de fim de semana, Praias e litoral com as tags , , , , , , em 26/11/2009 por Pucca

Feriado é mesmo tudo de bom! Ainda mais quando é prolongado, como foi este da Consciência Negra, dia 20/11, em São Paulo. Confesso que não havíamos planejado nenhuma viagem, mas a saudade do mar já estava batendo forte…

Eis que surge um dos queridos e lança: “Bora pra Boiçucanga?”. A oferta era tentadora, mas a grana anda meio curta… como a praia já é velha conhecida nossa (e muito querida, por sinal), decidimos apertar o botão “F” e vambora! Já havíamos comentado que conhecemos pouco das praias de São Sebastião, e estava na hora de visitá-las!

Muito sol, praia lotada!

Para quem nunca foi, Boiçucanga fica no municío de São Sebastião/SP, Litoral norte. É uma praia muito bonita e está ficando bem popular, pelo que vimos neste feriado. É também um bairro do distrito de Maresias, do mesmo município. Em tupi-gurani, Boiçucanga significa “cobra de cabeça grande” e recebeu este nome pela semelhança da formação montanhosa em seu canto esquerdo (não esta da foto, do outro lado).Olha aí a praia vazia!

Desta vez, fomos com um casal de amigos. Eles ficaram hospedados na Pousada Boiçucanga, que custou R$ 280,00 o período de 20/11 à 22/11, para o casal, com café da manhã incluso; nós, os campistas que não se importam com menos conforto, ficamos no Camping do Vovô Kida, que fica na beira da praia (falo mais sobre o camping na sessão “Onde ficar, onde não ficar”).

Nossos dias foram bem aproveitados, embora no sábado tenha chovido um pouco de manhã. Chegamos em Boiçucanga às 3h30 da sexta-feira. Dormimos e por volta das 10h fomos para a praia. Estava lotada! Tostamos no sol até aproximadamente 14h, quando fomos procurar um lugar para comer. A saber: Boiçucanga é uma praia consideravelmente desenvolvida, tem muitas lojas, restaurantes, um supermercado e um pequeno shopping, onde se pode tomar milkshake de Ovomaltine no Bob’s. Almoçamos por R$ 9,00 o PF.

De tarde, decidimos aproveitar o sol para visitar a Cachoeira do Ribeirão do Itu, já falei sobre ela no post que linkei aí, confiram. O estacionamento do Cícero é o que sempre usamos pra deixar o carro – ele cobrava R$ 5,00, mas agora aumentou pra R$ 8,00. Dêem uma chorada no preço pra ver se ele dá um desconto!

De noite, música no shopping, casquinha do Bob’s, conversas, risadas e sono!

Apesar de amanhecer garoando no sábado, pudemos aproveitar bem o dia. Não madrugamos nem nada, mas como estava calor ainda, decidimos visitar algumas praias da região. Começamos por Juqueí (ou Juquehy, ou Juquey, não sei – vi escrito de várias formas). A praia é muito bonita, mais plana do que as outras, com muitas pousadas e restaurantes. Também tem vários barzinhos, e rolam baladas à noite. Recomendamos. Uma pena que não tinha sol… não dá para vocês terem noção da beleza sobre a qual estamos falando.

Depois de Juqueí, almoçamos e paramos em Barra do Una. Sempre ouvi falar dessa praia, mas nunca tive a oportunidade de parar para conhecê-la. Barra do Una tem um grande rio, com entrada pelas duas margens. O rio encontra com o mar no final da praia, formando uma mistura muito interessante de cores e temperaturas nas águas.

É uma paisagem muito bonita!

O espaço entre uma margem e outra é bem vasto, mas vimos um homem cruzando à pé. Não quisemos tentar por vários motivos (principalmente por não saber se dava pé mesmo – Eric e eu não sabemos nadar – mas fica aí mais uma linda paisagem na memória.

Vi o salva-vidas o tempo todo na praia (pelo menos enquanto estávamos por lá), então achamos a praia bem segura. Várias famílias por ali, brincando com as crianças na água. O mar estava um pouco agitado, mas dava banho, conforme a bandeira verde da Cetesb, que vimos em todas as praias que visitamos. Não sabe do que eu estou falando? Clique aqui.

Pois bem, depois de Barra do Una, seguimos pela Rio-Santos até a Praia Preta. O acesso se dá por uma ruazinha, na beira da rodovia mesmo.

Fomos andar no costão rochosodo lado esquerdo da praia, logo na saída da trilha. Sem sol, as pedras estavam frias e boas para andar. A Vanessa (amiga da foto) não gostou muito da idéia… muitas baratinhas de praia passeiam pelas pedras, mas fogem assim que sentem a vibração dos nossos passos.

No dia seguinte, Maresias!

Maresias é a praia que o Luciano queria conhecer (nosso companheiro de viagem). Falada por todos por causa das ondas e dos campeonatos de surf, virou a “queridinha” de São Sebastião! São dezenas de condomínios de luxo, lojas de marcas famosas de roupas de surf, restaurantes e bares para todos os gostos e bolsos (e olha que conseguimos almoçar por R$ 12,00 cada). Pegamos um dia ótimo de praia – nem sol forte, nem nublado. Um “mormaço” que pedimos a Deus no dia anterior! :-)

Com isso, somamos mais um post “Praias” e “Litoral Norte SP”. Espero que gostem. As fotos, como de costume, estarão no nosso álbum do Picasa.

Boa semana à todos e até!!!

Sempre viajando… quase sempre!

Postado em Curiosidades e Dicas, Diversão, Hospedagem, campings e afins, Viagens em 12/11/2009 por Pucca

Olá!

Temos estado longe das viagens ultimamente… a vida anda corrida para estes 4 aventureiros, mas logo estaremos de volta à ativa.

Enquanto esperamos, pesquisamos novas formas de viajar e também novos destinos. São tantos planos que serão anos para concretizar todos, mas sonhar é sempre muuuito bom. E o melhor: é de graça! Achei dois sites, diferentes no conteúdo mas relevantes no assunto, que gostaria de compartilhar com os viajantes deste blog.

EstradaRealUm deles é o site da Estrada Real, um site muito bem organizado, onde é possível tanto se escolher os destinos, quanto montar o pacote de viagens e o roteiro. São mapas, dicas, fotos e muita informação. Também dá para perceber um trabalho muito bom no sentido de tornar as cidades mais acolhedoras para o turista, de uma forma sustentável e organizada.

Um amigo viajou um trecho dela e achou fantástica… pesquisando, entendi odani_estradareal04 porquê de tanta admiração: a Estrada Real é composta de vários caminhos, que passam por centenas de cidades, e foi sendo formada ainda no tempo do Brasil Colônia, à medida que as riquezas foram sendo descobertas e tinham a necessidade de serem transportadas. Com muitos trechos percorridos pelos Bandeirantes, também era utilizada para o transporte de bens de comércio.

foto_estrada_real_inicioNo site, pode-se buscar por atrativos, nomes das cidades, ou escolher um dos caminhos para trilhar. Claaaro que você também pode trilhar todos, mas isso demanda algum tempo de planejamento e muita disposição. Afinal, a estrada cruza pelo menos 3 estados brasileiros: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Vale à pena conhecer. Quando eu tiver uns diazinhos livres…

E então, depois de ver essas maravilhas, eu estava fuçando na internet e “trombei” com este site: www.comoplanejarsuaviagem.com.br. Apesar da propaganda (o site é da Caixa Econômica), achei que as dicas ali são boas e estão descritas de uma forma muito fácil. Tem uma calculadora de despesas, para você ter uma noção do quanto vai precisar para fazer a tãão sonhada viagem e também dicas de alguns destinos no Brasil. Não subestime, as dicas são beeem legais!

Bom, é isso.

Conforme eu for achando mais informações úteis, prometo ir postando aqui.

Abraço à todos e até! :-)

SEMPRE ACONTECE, MAS E DAÍ???

Postado em Dicas para a viagem, Trilhas de São Paulo com as tags , , em 02/11/2009 por Flávia
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SEMPRE ACONTECE MESMO!!!

Primeiro que nós temos um problema seríssimo com horário, temos um delay crônico de 2 horas (no mínimo!!!), e segundo (e mais grave) que, embora estejamos “tentando” cumprir o Programa Trilhas de São Paulo, das oito que já fizemos, esquecemos o passaporte em quatro. Exatamente 50%, dá pra acreditar?

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Esquecemos!!!

Os visitantes do nosso blog que também estão fazendo as trilhas sabem bem a frustração que dá procurar na mochila e nada!!!

O fato é que nosso passaporte  fica parecendo uma agenda de adolescente: cheio de papéizinhos amassados e encardidos  colados nele, kkkkk!!!

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Esquecemos de novo!!!

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E pra variar...

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Esquecemos de novo!!!

O engraçado é que a gente se programa semanas antes.  Há toda uma logística minuciosamente planejada, que envolve água, lanche de trilha, rotas e  estacionamentos.
Agora nos perguntem: funciona??? Claaaaro que não!!! Kkkkkkkkkk!!!!
Mas não faz mal, nem estamos ligando pra mochila ou camiseta e do jeito que somos organizados, é bem possível que perdamos esse livrinho! Apreciamos o programa porque ele coincide com nosso objetivo, nos dá um roteiro e organiza nossas preferências. Na verdade a gente precisa de um motivo pra justificar nossas viagens, uma razão pra sair por aí quando na verdade deveríamos economizar o último centavo, e o Programa Trilhas de São Paulo nos dá 40 bons motivos. Olha que tudo: 40 justificativas incontestáveis , que nos “obrigam” a fazer uma coisa que nem gostamos: viajar por paisagens incríveis! Não é tudo de bom??? Bjs gente!

CAMPOS DE JORDÃO – A outra face

Postado em Cachoeiras, Ecoturismo, Montanhas e campo com as tags , , , , , , , , , , em 23/10/2009 por Flávia

IMG_1772Oi gente!!!

No post anterior, descrevemos a face mais bela de Campos do Jordão: 1/3 do município dentro de um parque muito bem gerido e  preservado. Agora vamos continuar a contar a história dessa viagem (11/10/2009), mas desta vez nos vemos obrigadas a meter o pau na Suíça Brasileira por causa de sua outra face, degradada e poluída.

SUIÇA BRASILEIRA??? Até onde a gente sabe, existem sim favelas na Europa, principalmente em Madrid, França e Itália,  mas na Suíça não. Já em  Campos do Jordão  sabemos de pelo menos 5: Britador,  Vila Albertina, Vila Santo Antonio, Monte Carlo e Cachoeirinha. Todas em zona de risco de desabamento, então… alguém pode explicar a piada???

Depois de fazermos as trilhas ainda sobravam umas horinhas no nosso dia,  decidimos seguir o conselho do esquilo e “conhecer mais”. As placas indicavam duas cachoeiras  na avenida Pedro Alves Pereira , a cerca de 6 km do centro. O que vimos ali nos deixou pasmas:
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???

???

- Cachoeira dos Amores, Simplesmente NÃO EXISTE!!! Gente, é apenas uma placa numa curva da estrada! Em frente à placa e a uns 4 metros  barranco abaixo, se enxerga um desnível no rio, uma pequena corredeira de talvez uns 50 a 80 cm de queda, parcialmente obstruída pelo lixo (ou formada por ele, vai saber!).  Detalhe: não há acesso (nem escada, nem trilha, nem nada), só a placa.
 IMG_1764- Cachoeira Véu da Noiva, Simplesmente IMUNDA e FEDORENTA!!! Do estacionamento já é possível sentir o cheiro de esgoto, mas a medida que se aproxima da cachoeira o cheiro fica insuportável. A quantidade de lixo acumulada nas margens  é absurda, mas o que assusta mesmo é a cor e o fedor da água. A cachoeira é bonita, deve ter uns 2 metros de queda e bastante volumosa, mas não dá pra ficar perto.  Em suas margens está o Tiago’s Music Bar (12)36636431, um boteco com dois palcos, lareira, e etc,  famoso por sua porção de bolinhos de truta e pela vista para a cachoeira. Quando ligamos e perguntamos se o movimento do bar não foi afetado pelas condições da água, nos responderam que não, o faturamento vai muito bem obrigado e que a conservação do local é responsabilidade da prefeitura. Perguntamos se eles não podem pelo menos o lixo das margens (quintal do bar) pra não prejudicar a vista e disseram que não. Dá pra acreditar?!!
Cachoeira Véu da Noiva

Cachoeira Véu da Noiva

No caminho de volta nossa indignação crescia à medida que líamos as faixas auto-promocionais espalhadas pelos bairros Abernéssia e Vila Capivari:

Catinga e lixo!!!
Catinga e lixo!!!

“Bem-vindo à Suíça Brasileira”; “Campos do Jordão, Conheça mais”; “Campos do Jordão, acima de suas preocupações”; “Cidade das Águas Murmurantes”; blá blá blá e etc. Que águas murmurantes? Gente, desde quando cocô fala???

Há duas semanas estamos ‘a fim de saber a verdadeira verdade’:

Secretaria do Turismo (12)3664-3525: diz que a Cachoeira dos Amores é um dos saltos que fazem parte da Cachoeira Véu da Noiva (???) e quando questionada sobre as péssimas condições da água e lixo acumulado, orienta a ligar para Secretaria de Meio Ambiente;

Secretaria de Meio Ambiente  (12)3662-3526: orienta a pedir informações na Secretaria de Obras e Vias Públicas;

Secretaria de Obras e Vias Públicas (12)3664-5100: orienta a pedir informações na SABESP;

SABESP (12)3663-3200 – finalmente alguém explicou alguma coisa:

  1. Lamentavelmente Campos de Jordão despeja o esgoto in natura (100% sem tratamento) em seus córregos e rios;
  2. Embora a rede coletora já tenha sido construída e esteja pronta para captar o esgoto de toda cidade, ainda falta a construção da E.T.E. (Estação de Tratamento de Esgotos). O projeto encontra-se em fase de licitação, desapropriação e indenização de área  e o prazo previsto para a o início de seu funcionamento é Janeiro/2012, quando começa o caro processo de despoluição dos rios.

O local onde seria instalada a ETE inicialmente foi interditado por interesse de grupos políticos, imobiliários e ambientais, e dada a existência de poucas áreas planas e fora de mananciais, a demora se estende e as condições ambientais apenas se agravam, mas isso não é o pior de tudo, a má notícia é que , esses córregos que carregam todo o esgoto da cidade (como o Ribeirão Capivari), desembocam no Rio Sapucai que alimenta a Bacia do Prata, abastecendo cerca de 46 municípios do Sul de Minas.

Como desgraça pouca é bobagem, não é apenas o cocô dos 50 mil habitantes (IBGE-2006)  que polui a água utilizada por mineiros. A cidade recebe  cerca de 1,2 milhão de turistas por ano.

Estamos tão sensibilizadas com essa situação que pensamos em encabeçar um movimento :

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“PROTEJA O MEIO AMBIENTE, SE VOCÊ FOR A CAMPOS DE JORDÃO ATÉ 2012, POR FAVOR NÃO FAÇA O NÚMERO  2 “

Infelizmente não vimos nada de especial além do crime ambiental que acontece ali e também não ouvimos nada, mas se é verdade que as águas murmuram alguma coisa, devem cantar Cazuza:

“…a burguesia fede
a burguesia quer ficar rica
enquanto houver burguesia
não vai haver poesia…”

Embora tenhamos optado pela ironia e deboche para tratar do assunto, de tudo que  já vimos em nossas viagens, isso foi realmente o mais triste. Bjs gente!

P.E. de Campos do Jordão/SP

Postado em Ecoturismo, Montanhas e campo, Trilhas de São Paulo em 15/10/2009 por Pucca

Olá!

Chegou mais um feriado e a nossa viagem foi mesmo planejada de última hora, desta vez. Pretendíamos voltar ao PETAR, mas a situação financeira atual não é lá essas coisas. Então, optamos por um lugar mais próximo para trilhas. O local escolhido foi o Parque Estadual de Campos do Jordão, mais conhecido por lá como “Horto Florestal”.

Fomos pela Via Dutra, seguindo até o km 132, depois pela SP 123 até Campos do Jordão. São mais ou menos R$ 9,00 de pedágio.

Mapa do P E de Campos do Jordão

Mapa do P E de Campos do Jordão

O parque é bem amplo e, pelas informações do folheto que recebemos na entrada, ocupa cerca de um terço do município. Pagamos R$ 5,00 para entrar e mais R$ 5,00 para estacionar o carro. Estudantes pagam meia e pessoas com mais de 60 anos não pagam.

Planejamos para este dia 2 trilhas: a Trilha dos Campos, de 3km, e a Trilha da Cachoeira, de 4,7 km (ida e volta). Conforme nos disseram no balcão de informações, a Trilha dos Campos termina logo no caminho da Trilha da Cachoeira, não sendo necessário voltar (por isso, 3 km são só ida).

Início da Trilha dos Campos.

Início da Trilha dos Campos.

A Trilha dos Campos nos decepcionou um pouco… as subidas são razoávelmente íngremes e de vegetação rasteira. Não há muito para ver senão os “mirantes naturais”, que remetem quase sempre à mesma paisagem.

P E Campos do Jordão 010Segundo as informações da trilha, a flora dos “Campos de Altitude” (formações abertas não florestais que ocorrem à partir dos 1200 m de altitude), é formada principalmente por bambuzinhos, bromélias, orquídeas, velosiáceas, capins, sempre-vivas, musgo e líquens. Acostumados que estamos com matas úmidas e em altitudes menores, estranhamos demais a vegetação. A trilha muda um pouco após aproximadamente 1,5km.

1,5km e, ufa! Árvores!

1,5km e, ufa! Árvores!

As árvores nos deram um certo alívio, porque no morro estava sol e fazia muito calor. Mas as subidas continuavam, mesmo sob a proteção das árvores. Bebemos muita água! rs

Depois das árvores, descemos aproximadamente 1km, no caminho

Instituto de Pesca

Instituto de Pesca

“mato-terra”. No fim da descida, encontramos o “Instituto de Pesca”, com vários tanques onde são criadas trutas-rosa. Lembrou-nos o trutário de Visconde de Mauá…

O Instituto de Pesca não está aberto à visitação pública, mas na frente da grade tem placas constando a espécie da truta e como se dá o ciclo de vida e a fecundação.

Terminada a Trilha dos Campos, seguimos para a Trilha da Cachoeira. São 4,7 km de trilha, ida e volta, sendo possível ir e voltar por caminhos diferentes (em partes). A trilha é de pedras e terra, e vimos muitas crianças seguindo por ela de bicicleta. Não é difícil – o caminho é agradável e cercado de árvores. Ao final dele, chega-se à cachoeir e é possível chegar até sua parte mais alta.

Cachoeira

Cachoeira

A cachoeira é bonita e, em dias de calor, acho que até dá para arriscar um banho. Preferimos a parte alta, onde se pode sentar nas pedras, conversar um pouco e descansar da trilha.

O caminho de volta também foi bem agradável – o caminho “alternativo” para a sede é ladeado por um rio. A possibilidade de caminhar com água murmurando ao lado da trilha é ótima e torna a volta menos cansativa e mais rápida. Desta vez, nenhum bicho na trilha (nem fofinhos e engraçados, nem  nojentos!).

Ao fim de tudo, ganhamos mais 2 carimbos no passasporte Trilhas de São Paulo, e agora só faltam 32 trilhas!!! E vimos que Campos do Jordão tem um pouco a mais para oferecer do que Capivari.

Boa Diversão e até!!