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Casca D’Anta – Uau!

1 nov

Quando começamos essa viagem, sabíamos que muita coisa ia ficar para trás. São dezenas de cachoeiras, mirantes, rios e maravilhas que estão lá para serem vistas e amadas.

Se alguém nos perguntasse quanto tempo deveria ficar no parque, nós diríamos “uns 30 dias”. Talvez porque nosso desejo seja esse: ter 30 dias para explorar cada pedacinho desse paraíso! 

“Chapadão da Canastra”

“Canastra” é como chamava-se antigamente um tipo de baú antigo, daí o nome da serra, e do parque. O principal acesso à parte baixa do parque é feito por São José do Barreiro: partindo de São Roque de Minas, são 37km até S. José, mais 5km até a entrada do Parque. A estrada estava boa e não tivemos problemas para a chegar à entrada do parque – porque não havia chovido ;).

Chegando à entrada do parque, pagamos R$ 9 por pessoa pra entrar. O Parque tem quiosque para piquenique e banheiros; a trilha é fácil e bem marcada – chegamos em uns 15 minutos à parte baixa.

E eis que fomos surpreendidos novamente! 

Na foto, não dá pra ter exata noção da grandiosidade, mas vocês  podem tomar como referência às pessoinhas 😉! Amamos! 😍😍😍

Quando estávamos admirando essa maravilha, começou a chover. E muito! Mas quem liga, né?!

Foi um dia maravilhoso!

De noite, jantamos no restaurante que o moço da pousada recomendou: Zagaia. Comemos um Tutu à Mineira por R$ 70, para 3 pessoas. 

E depois da caminhada, chuva, maravilhas e comida ótima , dormimos felizes e cansados no nosso segundo dia! 😙

Molhando as “chinelas”, na Cachoeira da Chinela

28 out

Olá, viajantes 😃

Se há uma coisa apaixonante neste mundo para nós, é ver coisas e lugares novos, nos encantar com cada parte do caminho!

E foi no caminho para a parte alta da Cachoeira Casca D’Anta, é que achamos a Cachoeira da Chinela 👡👡. Saindo de São Roque de Minas sentido Vargem Bonita, antes da entrada de asfalto para a cidade, há placas na estrada indicando a cachoeira. Não tenho muita certeza do quanto dirigimos até lá, mas a estrada estava boa – não havia chovido, né 😁

Marquei nesse mapa todas as cachoeiras que conseguimos visitar.  Circulei-as em laranja, pra ficar mais fácil de visualizar. A Cachoeira Chinela está em número 08:

Chegamos à propriedade onde fica a trilha para a Cachoeira por volta das 11h. Não havia ninguém para nós receber mas, vendo as placas sabíamos mais ou menos o que fazer 😅:

Depositamos a taxa de manutencão de R$ 5 por pessoa na caixinha indicada, e pegamos a trilha. São mais ou menos 10 minutos de caminhada leve. Moleza.

Levem lanchinho e água, porque lá não tem lanchonete nem nada parecido. A Cachoeira é cercada por pedras, e a água forma um poço que parece fundo (não entramos). Há poços menores no caminho d’água 😊. Acho que é a cachoeira de mais fácil acesso que visitamos no Parnacanastra!

Demoramos para sair da pousada porque não sabíamos exatamente onde ir. Todos os sites que consultamos diziam que não se podia chegar às cachoeiras sem carro com tração 4×4. O nosso não tem, e conseguimos ver algumas coisas porque não estava chovendo. Atentem-se ao clima, para saberem se dá pra chegar nos lugares e, principalmente, se dá pra voltar 😉.

Boa sorte e boa viagem! 😚

São Roque de Minas: nosso portal para a Serra da Canastra!

24 out

Após passarmos por Capitólio e admirarmos aquela vista maravilhosa, ainda tínhamos tempo até o horário do check-in, e decidimos ver a parte baixa da Cachoeira Casca D’Anta. Pegamos a estrada em Vargem Bonita, sentido São José do Barreiro. Para a nossa tristeza, havia chovido na madrugada anterior e as estradas estavam sem condições de trafegar – pelo menos, para pessoinhas que dirigem carros sem tração 4×4! 😭 😭😭 Deu ruim!! 

Voltamos e seguimos para a cidade. Chegamos em São Roque aproximadamente 12h30. Tínhamos reservado, via Whatsapp, um quarto na pousada Canastra Adventure, cujo check-in é feito às 14h. O quarto não estava pronto, almoçamos no restaurante da Dona Inês (esquema “coma até morrer por R$ 20” 😊), voltamos às 13h50 e o quarto ainda não estava pronto. Falo sobre a pousada depois…

Seguimos informações obtidas no restaurante para chegar a Cachoeira Capão Forro, distante apenas 5km. O acesso se dá pela mesma estrada de terra que leva à portaria 1 do parque, na parte alta da cachoeira Casca D’Anta e à nascente do Rio São Francisco. A condição da estrada é precária, e não recomenda-se ir de carro comum quando chove. Como não havia chovido pela manhã,  conseguimos chegar sem muita dificuldade 😊.

Capão Forro é, na verdade, um complexo formado por cachoeiras e poços. Localizado em área particular, é cobrada taxa de visitação de R$ 10 por pessoa. Segundo informações locais, a origem do nome é da época dos quilombos, que existiram em toda a região. A palavra  “forro” viria de alforria, e “capão” significa mata – sendo assim, “mata do liberto” ou “do escravo livre”.

Escolhemos primeiro a Cachoeira da Mata, que fica a mais ou menos 1km da entrada. Tem uma trilha com trechos bem íngremes, e uma travessia através da água. Tem placas indicativas com a distância restante, mas temos impressão de ter andado muuuito mais! 😂😂😂

Nosso grande erro, novamente, foi não levar água para beber 😣. Chegamos à cachoeira mortos de sede e, como havia chovido na noite anterior, a água estava bem turva e com coloração marrom.

Achamos beeeem bonita! Tem um grande poço para banho e muitas pedras ao redor. Dá pra sentar, tirar fotos tomar sol e admirar a paisagem 😊.

Que tal? 😉

Voltando pela mesma trilha e seguindo para a parte baixa da fazenda, você encontra mais duas cachoeiras, após uns 5 minutos de caminhada à partir da portaria:

Mais de pertim: 

Dá pra ter uma noção da altura da queda, se vocês repararem no Eric ali, no meio da foto. Alta, né? 😏

Ao lado, tinha uma pequena bica e conseguimos matar nossa sede! 😊

Foi tudo ótimo para o primeiro dia! 😚

Sonho realizado: Parque nacional Serra da Canastra! 😍

18 out

Olá viajantes! Quanto tempo e quanta coisa pra contar! 😍

Como vocês já devem ter percebido, nossas viagens são baseadas em “onde a água está”! Quanto mais água, maior é a nossa vontade de conhecer e visitar. Há muito tempo acalentamos o sonho de visitar este paraíso mineiro, e apesar do pouco tempo, tentamos aproveitar ao máximo nossos 3 dias na região do Parque Nacional Serra da Canastra 😀O Parnacanastra foi criado em 1972 com projeto inicial de aproximadamente 200 mil hectares e envolve 6 municípios: Capitólio, Delfinópolis, Sacramento, São João Batista do Glória, São Roque de Minas e Vargem Bonita. Escolhemos nos hospedar em São Roque de Minas – há uma portaria do parque há 7 km da cidade. Há outras três portarias no parque: em em Sacramento, em São João Batista e em São José do Barreiro. O mapa que achamos (acima), mostra as distâncias das cachoeiras partindo de São Roque de Minas.

Nos programamos para sair de casa, em Santo André, na sexta feira de madrugada. São aproximadamente 557 km até São Roque de Minas. Pagamos 20 pedágios no total – 10 na ida e 10 na volta, totalizando a pequena fortuna de R$ 122,80! 😭💸 Pelo menos, s estradas estavam boas e sinalizadas, embora nenhuma delas tivesse iluminação. Após a divisa, as estradas de MG são todas de mão dupla, então o motorista deve prestar um pouco mais de atenção.

Após horas de estrada e quando nossos corações já estavam mais apanhando da ansiedade do que batendo, fomos surpreendidos com esta vista:

Gente!!! Que vista! Que lugar lindo! 😍😍😍😍😍

Essa é a vista do Canyon de Capitólio, da parte alta. Na Rodovia MG-050, logo após avistar a barragem e a entrada para Furnas, há um recuo no acostamento, onde você pode parar o carro e apreciar essa vista maravilhosa. Tem uma trilha de uns 100 metros entre a estrada e o cânion.

E você acha que acabou?! Tem maaaais 😍

Há cachoeiras de ambos os lados da trilha, para serem vistas, fotografadas e amadas! 😍

Passando por lá na volta, vimos que tem um vendedor de água de côco no começo da trilha, mas não sabemos se ele está sempre por lá. Então, se estiver com tempo, leve água e um lanchinho e sente para admirar a paisagem. Vale a pena! *lembretinho ecochato: traga seu lixo de volta! Vimos muito muito lixo na trilha! 😅

Com os corações batendo mais contentes, seguimos viagem para São Roque de Minas! Mas essa história eu conto no próximo post! 😉😘

Hiato: preguiça ou falta de tempo?

15 out

Olá viajantes!!!

Tanta história pra contar dos últimos anos, que seria impossível colocar em dia nossas aventuras. Nossas vidas foram mudando e acabamos por nós afastar desse blog tão querido!

Agradecemos a paciência de quem ainda nos lê. Vocês são ótimos! 

Na tentativa de modernizar e facilitar esse bloguezinho, criamos hoje um Instagram@conoscovem, e vamos postanto lá as fotos e pequenos textos explicativos, e assim vamos retomando 😉

Grande abraço a todos, boa viagem!

Punta Del Este – o luxo!

17 out

Olá viajantes!

Imagem

Patrícia Porter e uma noite de tranquilidade! 😉

Após a visita ao Cabo Polonio, jantamos e compramos algumas cervejas Patrícia (tínhamos que experimentar a cerveja local, como não?! rs). As cervejas Patrícia são encontradas em qualquer posto de gasolina, supermercado, boteco e vendinha. As garrafas, pelo jeito, não são retornáveis, o que nos permitia comprar mesmo sem ter um vasilhame para trocar. Ao final da nossa estadia, deixamos as garrafas para o dono do Hostel descartar e dormimos nossa última noite no Hostel Ibirapitá – havia muita coisa para ver, conhecer, experimentar, etc.

A idéia era passar por Punta del Este (porque, afinal, precisávamos ver do que todos estavam falando), pela capital Montevidéu, e seguir para Colonia del Sacramento. O plano era deixar o carro em Colónia, cruzar de balsa o Rio da Prata, que divide Uruguai e Argentina, e dormir uma ou duas noites em Buenos Aires.

Partimos por volta das 10h, com a idéia de almoçar em Punta del Este. Segundo o GPS (e o Google Maps), são 122 km pela Ruta 9, que podem ser cruzados em aproximadamente 1h40 min. Nós fomos muito mais devagar que isso, para aproveitar as paisagens e tirar fotinhos! 🙂

No caminho, casas e condomínios luxuosíssimos nos dão conta de onde estamos chegando. O bairro chama-se Parque Del Golf.

Casas e condomínios lindos

Casas e condomínios lindos

IMG_7938 IMG_7939 IMG_7941Perturbador, né?! rs

Fashion Road, centro de Punta del Este

Fashion Road, centro de Punta del Este

Punta del Este é mais ou menos o que Campos do Jordão representa para nós paulistas: uma cidade luxuosa, cheia de gente rica e lojas caras, que se tornou um dos destinos chiques da América do Sul.  Agora, além de beber vinhos caros no Chile e esquiar na Patagônia Argentina, você pode visitar a Fashion Road no Uruguai! 🙂

Lojas de todas as marcas, gente rica em todos os lados, shoppings, restaurantes finos… bom, nós nos sentimos pobres, claro. Ver uma vitrine com bolsas “Prada”, com a mais “barata” delas custando US$ 4.000,00 e não se sentir desvalido não é para qualquer um*!

*caso esteja interessado em saber mais sobre as lojas e os preços de Punta, achei um post bem legal nesse blog.

Descemos a rua procurando um caixa eletrônico onde pudéssemos sacar algum dinheiro (dólar ou peso uruguaio). Para quem é cliente Itaú, tem uma agência no final da rua. Encontramos agências do HSBC e do Santander por lá também – ressaltamos que independentemente do banco que você tem conta, o valor não pode ser sacado da SUA CONTA. Será sacado de um CARTÃO DE CRÉDITO INTERNACIONAL, com função de saque previamente habilitada. Não se esqueça de falar com o gerente de seu banco antes da sua viagem! Essa informação pode ser consultada aqui.

Enquanto procurávamos o caixa eletrônico, encontramos um restaurante giratório! Você pode fazer a sua refeição e admirar a paisagem de Punta, em 360º. O restaurante chama-se La Vista. Encontrei vários comentários no TripAdvisor e no Google, mas como não entramos no restaurante, não consigo lhes dizer como é o local. Os preços váriam de médio a alto e eles cobram US$ 8,00 caso você queria subir somente para admirar a vista e tirar fotos.

As ruas são limpas, têm lixeiras por todos os lados, os prédios são bonitos e mesmo os mais antigos são muito bem conservados; vimos raras pixachões; as construções são incríveis e um dos marcos da arquitetura moderna é a Ponte da Barra Leonel Viera, conhecida também como “ponte ondulada” ou “ponte torta”:

Ponte linda!

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E é muito engraçado dirigir nela!

Bandeira ao vento antes da entrada da ponte - :D

Bandeira ao vento antes da entrada da ponte

Depois do nosso rolê na cidade, da ponte incrível e das lojas chiques, finalmente fomos até o Posto 4 da Praia Brava, onde fica o monumento mais famoso de Punta del Este:

Monumento al Ahogado

Monumento al Ahogado

Chamado “Monumento al Ahogado”, a escultura foi feita em fevereiro de 1982 pelo artista plástico chileno Mario Irarrazábal. Demorou 6 dias para ficar pronta e, segundo o artista, a mão significa a presença do homem na natureza, o homem surgindo à vida. Também é conhecida como “Los Dedos” e  “La Mano”, e tem “irmãs” dela no Chile, na Itália e na Espanha. Não temos as especificações exaaatas, mas o maior dedo deve ter por volta 4,5 metros. Tinha algumas pixachões, mas a maioria à lapis ou caneta – nada que estragasse muito as fotos. É bem bonito, e praticamente obrigatório aos turistas tirar fotos lá pertinho!

Nesse dia, almoçamos uma milanesa e seguimos viagem, porque ainda tinha muitas coisas para ver e queríamos dormir em Montevidéo. Mais um pouquinho de Punta:

Calçada da Praia Brava, em frente ao monumento

Calçada da Praia Brava, em frente ao monumento

Uma das muitas lixeiras da Intendência de Maldonado

Uma das muitas lixeiras da Intendência de Maldonado – com baleia de símbolo 😉

Lá o carro chama-se Spark (versão sport)

Lá o carro chama-se Spark (versão sport)

A marina e os "barquinhos"

A marina e os “barquinhos”

Praça para feirinhas e exposições

Praça para feirinhas e exposições

A vista é espetacular! Procure os leões marinhos ;)

A vista é espetacular! Procure os leões marinhos 😉

Colocarei todas as fotos do Uruguai no link fotos, assim que terminar de escrever o roteiro todo, ok?

Criamos uma página no Facebook. Curtam lá! Até mais viajantes!

Cabo Polonio – Um farol para o mar e habitantes especiais!

12 out

Olá viajantes!

Continuando nossa saga pelo Uruguai, no segundo dia pelo país decidimos visitar um lugar especial: um parque nacional.

Procuramos no mapa e seguimos pelas planícies infinitas do Uruguai – sério, não tem serras! Olha a paisagem:

Paisagem plana, vaquinhas peludinhas! :)

Paisagem plana, vaquinhas peludinhas! 🙂

Como eu já comentei antes, as estradas são deliciosas. Aliás, que estrada não é deliciosa quando está vazia, com sol e com as janelas abertas? 😀 A distância da capital uruguaia, Montevideo, é de aproximadamente 300 km; de La Paloma, são 46 km pela “Ruta 10” (até o quilômetro 264,5), uma estrada sem pedágios e com algumas placas indicativas. Com um mapa simples, dá pra achar fácil.

Sede do Parque

Sede do Parque

O Portal do parque foi inaugurado em 04 de maio de 2012, fazendo parte do Programa de Melhora na Competitividade dos Destinos Turísticos, do Ministério do Turismo e Esportes uruguaio. Foi financiado pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Apesar do Portal novinho em folha, Cabo Polonio foi declarado Parque Nacional há anos.   A sede conta com lanchonete e banheiros, mapas do parque e outros destinos do Departamento de Rocha.

É possível fazer o passeio todos os dias da semana, já que o “ônibus” também serve para  o transporte dos moradores da vila, que recebem os turistas em época de férias e pesquisadores da fauna marinha.

Diversão garantida!

Diversão garantida!

Para ter acesso à vila, à praia e ao farol, é preciso atravessar aproximadamente 8km de dunas em veículos 4×4. Na ida, os horários são das 10h30 às 20h; na volta, das 11h00 às 17h00. Paga-se o equivalente a R$ 17 ida e volta, e você pode deixar o seu carro no estacionamento, próximo à portaria, por R$ 13. Lembrando: mesmo que o seu carro for 4×4, não é permitida a entrada. O acesso se dá somente por veículos autorizados, tipo esse aí do lado >. Achamos o preço justo.

O transporte por si só já é diversão garantida! rs Os meninos amaram! Pena que só cabem 4 lá em cima e, quando eles subiram, já tinham duas pessoas.

Saímos da sede 15h30, e o horário marcado para o veículo nos buscar foi 17h00. Tínhamos pouco tempo e, embora não soubéssemos exatamente o que iríamos ver, nos apressamos para não perder nada 😀

E não nos arrependemos! As fotos que vocês vão ver abaixo já falam por si. Não tenho nem como descrever a beleza do lugar. É de uma paz extrema, com um vento bom e os sons da natureza – não esqueça o protetor solar!

As dunas móveis que atravessamos para chegar à praia

As dunas móveis que atravessamos para chegar à praia

Caso você decida ficar no hostel, lembramos que o mesmo não tem energia elétrica. Então, o melhor é tomar banho durante o dia… afinal, o Uruguai é beeem frio! 😛

O ônibus nos deixou na vila, e de lá fomos caminhando pela praia. O ideal é levar um relógio ou ir acompanhando o tempo no celular. É fácil, fácil perder a hora olhando os reflexos do sol na água, as conchinhas da praia, os passarinhos voando…

A praia e a vila, ficando para trás

A praia e a vila, ficando para trás

Milhares de conchinhas

Milhares de conchinhas

E a foto abaixo ficou tão linda que virou o papel de parede do meu computador…

"É tanto céu e mar num beijo azul..."

“É tanto céu e mar num beijo azul…”

E leões marinhos tomando banho de sol! Nós, como bons turistas que somos, corremos para tirar fotos. E ele neeeem aí pro nosso estardalhaço! Depois eu fui descobrir que ele, na verdade, é ELA. 🙂 Os machos tem uma pelagem parecida com uma juba de leão, por isso o nome (bom, foi isso que eu li. Se estiver errado, corrijam-me por favor!)

Não falei dos habitantes especiais?

Não falei dos habitantes especiais? É fofura demais, gente!

Depois de olhar e olhar as pedras e os leões marinhos, decidimos visitar o farol. A visita custa algo em torno de R$ 3,00. Paga-se na entrada e, em seguida, inicia-se a subida por degraus curtos em um espaço estreitinho. Quando começa a cansar, chegou! Lá de cima pode-se ter uma visão de 360 graus. Não deixe as escadinhas te desanimarem, vale a pena!

Farol de Cabo Polonio

Farol de Cabo Polonio

Vista do farol Vista do farol2 Vista do farol3 Vista do farol4Casinhas fofas CP Baía de CP

Foi uma das tardes mais tranquilas que passamos no Uruguai. Era uma praia, eu sei, mas uma praia muito diferente de todas as que tínhamos visitado até hoje. Os animais, o vento frio, as conchinhas no chão, as casinhas no horizonte e o farol dão um ar muito especial para o lugar. É uma passeio delicioso e altamente recomendado!

Até mais, viajantes!