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Retrospectiva 2013

3 jan

The WordPress.com stats helper monkeys prepared a 2013 annual report for this blog.

Here’s an excerpt:

The Louvre Museum has 8.5 million visitors per year. This blog was viewed about 87,000 times in 2013. If it were an exhibit at the Louvre Museum, it would take about 4 days for that many people to see it.

Click here to see the complete report.

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23 jan

IMPREVISTOS NA TRILHA – CACHOEIRA DO ELEFANTE (CACHOEIRA DO RIO ITAPANHAÚ)

 

Olha só gente, o assunto é sério mesmo!

O contato com a natureza é realmente maravilhoso e há muitas belezas a serem vistas, mas estar em um ambiente natural requer inúmeros cuidados e não é à toa que nós sempre recomendamos que as trilhas sejam feitas com o acompanhamento de guias experientes.

No último final de semana alguns trilheiros ficaram ilhados  pelo rio Itapanhaú e tiveram que ser resgatados pelo Corpo de Bombeiros, felizmente ninguém se feriu, veja a matéria aqui.

Gente, cuidado hein?!

Bjo!

 

Vem conosco!!!

Oi gente!

Na falta de novas viagens, o jeito é contar velhas, porém boas histórias!

Com sua beleza e imponência, a Cachoeira do Rio Itapanhaú arranca suspiros de quem passa pela Rodovia Mogi-Bertioga, também pudera, são três belas quedas e a maior delas com mais de 80 metros.

Mais conhecida como Cachoeira do Elefante (Dizem que quando diminui o fluxo de água, uma pedra lembra um elefante – esquisito, nós não vimos nada!), é mais uma grande atração de Mogi das Cruzes. Na verdade, fica um pouco depois da Cachoeira da Pedra Furada e da Cachoeira da Light, do lado direito da rodovia, sentido Mogi-Bertioga.

ONDE FICA???

Bem pertinho,  em Mogi das Cruzes, SP.

  • Rodovia Mogi-Bertioga, km 81

COMO CHEGAR (a partir do centro de São Paulo)???

  • De carro: pela Dutra até o km 204 – próximo ao trevo de Arujá (pedágio R$ 2,30) há o acesso à Rodovia Mogi-Dutra, ou…

Ver o post original 881 mais palavras

CACHOEIRA DO ELEFANTE ou… CACHOEIRA DO RIO ITAPANHAÚ

18 abr

Oi gente!

Na falta de novas viagens, o jeito é contar velhas, porém boas histórias!

Com sua beleza e imponência, a Cachoeira do Rio Itapanhaú arranca suspiros de quem passa pela Rodovia Mogi-Bertioga, também pudera, são três belas quedas e a maior delas com mais de 80 metros.

Mais conhecida como Cachoeira do Elefante (Dizem que quando diminui o fluxo de água, uma pedra lembra um elefante – esquisito, nós não vimos nada!), é mais uma grande atração de Mogi das Cruzes. Na verdade, fica um pouco depois da Cachoeira da Pedra Furada e da Cachoeira da Light, do lado direito da rodovia, sentido Mogi-Bertioga.

ONDE FICA???

Bem pertinho,  em Mogi das Cruzes, SP.

  • Rodovia Mogi-Bertioga, km 81

COMO CHEGAR (a partir do centro de São Paulo)???

  • De carro: pela Dutra até o km 204 – próximo ao trevo de Arujá (pedágio R$ 2,30) há o acesso à Rodovia Mogi-Dutra, ou pela Rodovia Airton Senna até o km 44 (pedágio R$ 2,40), há o acesso para a SP 88 – Rod. Prof. Alfredo Rolim de Moura (Mogi-Salesópolis). O centro de Mogi é bem sinalizado e facilmente se chega até a Mogi-Bertioga (SP 98), siga até a balança no km 77, e em um dos dois botequinhos você pode guardar o carro.
  • De condução: trem da estação  Brás até Guaianazes (R$ 3,00) , onde se faz baldeação sentido Estudantes. Descer na última estação e pegar o ônibus Estrada Manoel Ferreira (R$ 3,00) até o ponto final, balança no km 77 da Mogi-Bertioga. Outra opção é a lotação (R$ 10,00) que sai da estação Estudantes e deixa você na entrada da Trilha e o melhor, pode buscá-lo no horário combinado.

 

A TRILHA

São 9 km de descida, e se isso parece moleza, acreditem: moleza e tremedeira  é o estado geral das perninhas quando se chega diante da cachoeira.

Mas trilha boa é trilha difícil, retirada, longa e que exige bastante esforço, pois certamente a recompensa é um lugar paradisíaco, e este é bem o caso.

Com início no km 81, ao lado  da placa “ Trecho de Serra, desça engrenado”, do lado direito da rodovia no sentido Mogi-Bertioga, a trilha é bem marcada e  com declividade bastante acentuada (preparem-se para usar muuuuito o 5º apoio,rsrs!)   em alguns pontos corta-se alguns córregos e riachos e na maior parte do tempo ela desce praticamente colada às margens das quedas da cachoeira, de modo que o barulho da água é a melhor referência de localização.

 Mas nós sempre recomendamos que qualquer trilha  em mata fechada seja feita com o auxílio de guias experientes porque  é seguro e promove a sustentabilidade, outra boa opção é trilhar com quem já foi algumas vezes e conhece bem o local. Na verdade esta é uma trilha bastante conhecida e freqüentada, não raro há várias pessoas acampadas na parte mais baixa do vale, já na base da trilha.

O camping selvagem  é uma experiência interessante e barata, mas também envolve responsabilidades como priorizar a própria segurança e recolher o lixo gerado. Se todos  deixarem  seus resíduos espalhados, em breve será mais agradável visitar o chafariz da Praça da Sé.

 A CACHOEIRA

Duas palavras: MAJESTOSA E VIOLENTA!!! Fomos no período de menor fluxo de água e mesmo assim é muuuita água!

Do lado esquerdo da cachoeira o volume de água é mentor e forma-se  um poço para banho, que segundo depoimentos: é gelaaaaaadíssimo!

E como sempre acontece conosco, o tempo estava péssimo!Claaaaro que se, e somente se, São Pedro  tivesse colaborado, as fotos seriam muito melhores, mas mesmo assim valeu a pena, pelo simples prazer de trilhar, pelas agradáveis companhias e pelo maravilhoso espetáculo da natureza.

A VOLTA

Diz o dito popular que na ladeira todo santo ajuda, mas não nos parece que os padroeiros estejam disponíveis nas subidas, e para voltar da Cachoeira do Elefante há três opções:

GUIA – A opção nº 1 é voltar pelo mesmo caminho.

 NÓS ( CHOQUE) – O QUE??? 9 km de subida? Isso não é uma opção, vamos ficar aqui para sempre!!!!!!!!

GUIA – A opção nº 2 é descer  ± 10 km acompanhando o rio Itapanhaú até o trevo da Mogi-Bertioga com a Rio-Santos e voltar de busão.

NÓS (DEPRESSÃO) – Vamo  aí, pelo menos os santos continuam nos empurrando ladeira abaixo e chegamos mais rápido.

GUIA – Mas temos que cruzar uma propriedade particular e o cara é meio bravo, sempre implica com os trilheiros e parece vive armado.

NÓS  (REJEIÇÃO) – Guia, nós simplesmente te odiamos. Vamos chamar os bombeiros, o 9-1-1, o Ricardo Young…

GUIA – A opção nº 3 é cruzar o rio Itapanhaú e com ± 2 km de subida íngreme, mas muito íngreme mesmo, chegamos no mirante do km 83. De lá voltamos de busão.

NÓS (ACEITAÇÃO) – Senhor guia, seja feita a vossa vontade, mas tirai-nos daqui, amém!!!

O Rio Itapanhaú tem cerca de 1,5 m de profundidade, fundo pedregoso e correnteza bastante forte, seu nível pode variar com as chuvas  e a travessia se tornar muito perigosa.

Brincadeirinha gente! As opções de conclusão da trilha são reais, mas os dialógos não aconteceram porque não fomos guiados. Estávamos em companhia de amigos solidários e extremamente responsáveis, que conhecem muito bem o lugar e tornaram nosso passeio  muito mais seguro.

Ah! Só para esclarecer, gente: claro que não vivemos no Oriente Médio e sabemos que aquele turbante está ridículo, mas era o único jeito de preservar um agasalho sequinho (ou menos molhado) para a volta! ;-P

E para falar a pura verdade, por ± 2 km de subida íngreme, mas muito íngreme mesmo”, entendam: SUPER, HIPER, MEGA, MONSTRO ÍNGREME MEEEESMO!!!  Em alguns pontos há degraus escavados no barranco, em outros alguns troncos de árvores e em outros apenas algumas raízes, então fica mais ou menos assim:

4 ou 5 passos >dói o joelhinho = pára e descansa + 4 ou 5 passos > falta o ar = pára e respira + 4 ou 5 passos …  e assim vai até o mirante, de onde  podemos contemplar toda essa beleza à distância e lançar um último olhar de até breve, quem sabe num próximo fim-de-semana ensolarado.

E vocês? Já foram?

Bjo gente!

Vejam aqui as FOTOS, FOTOS, FOTOS!!!

   

CÉUS DE VIAGEM

25 mar

Oi, gente!
Viajar é tudo, não é mesmo? Ainda que os motivos  de uma viagem, trabalho, lazer ou pesquisa, sejam tão diferentes quanto seu objetivo, rever ou conhecer, viajar nos transforma simplesmente porque amplia nossa perspectiva de vida.

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Mesmo quando as expectativas são frustradas por imprevistos, pelo mau tempo ou outras adversidades, ainda assim se aproveita ao menos alguma lição, que de qualquer forma, marca nossa memória.

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É evidente que o novo, paisagens e monumentos, nos deslumbram mais facilmente e se tornam a referência e recompensa imediata, mas quando com o tempo a viagem se torna uma recordação, guardamos dos sorrisos e brincadeiras a mesma sensação gratificante, pois é maravilhoso compartilhar o novo com os velhos rostos dos amigos de sempre.

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Quando recordo os melhores momentos de minha vida, me lembro também de pessoas queridas, porque felizmente em nenhum deles eu estava sozinha, e embora o céu seja sempre o mesmo céu, assim como as pessoas, em cada lugar ele adquire um brilho diferente!
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Boas viagens, bjo gente!

Todos os meus céus de viagens

CACHOEIRA DA FUMAÇA – PESM Núcleo Paranapiacaba/SP

27 out

Oi gente!

Remexendo na memória inconsciente do PC, conseguimos resgatar lembranças de uma trilha muuuuito legal que leva a  uma cachoeira lindíssima: a Cachoeira da Fumaça, no Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Parapiacaba/SP.

O QUE TEM DE LEGAL?

 TUUUUUUDO!!!

Cachoeiras, mirantes, relevo, vegetação, fauna, o vale, os rios, lagos, prainhas, o silêncio, as águas, as rochas, a paisagem, etc

 A TRILHA

1º Trecho: da rodovia até um pouco além das torres de alta tensão, a trilha atravessa uma propriedade particular desmatada há bastante tempo para a instalação de uma indústria de plásticos. O mais legal:

  • Brejos e atoleiros formados pelo pisoteio em solo argiloso repleto de poças d’água. Escorrega, gruda, afunda! Gente, é uma melequeira muiiito engraçada!

    Ops!

Olha a situação!!!! E nada de patrocínio da Timberland!

  • Regeneração da floresta – é muito interessante observar como a natureza busca o seu equilíbrio através dos estágios de sucessão da vegetação, com espécies emergentes de grande porte despontando  em alguns pontos entre os arbustos, Essa vegetação é chamada de campo sujo.

Capoeira com espécies emergentes indicando a sucessão

  • O barulhão absurdo das torres de transmissão de energia dá até um medinho. Impressiona mesmo!

2º Trecho: Floresta Costeira da Serra do Mar – Mata Atlântica. O mais  legal:

  • A Mata Atlântica, oras! Linda e exuberante! Ao trilhar é legal prestar atenção às diferenças entre a floresta e o campo sujo: solo mais rico, microclima (mais umidade e temperatura ligeiramente mais baixa), maior diversidade de espécies, vegetação mais densa, fauna mais abundante.

Super, Mega Diverso!!!

Vários perfis

  • É água pra caramba – durante todo percurso pela floresta se observa a grande quantidade de nascentes que declinam para a bacia oceânica formando córregos, poços, rios, cachoeiras e corredeiras.

Seguindo o caminho das águas

Mais água!

Muuuito mais água!!!!Água e muuuuitas pedras!

3º Trecho:  Descida ao pé da Cachoeira da Fumaça. O mais legal:

  • Adrenalina!!! Principalmente se tiver chovido! A última parte da trilha para a Cachoeira da Fumaça é uma descida  super inclinada, por uma cicatriz de escorregamento paralela à cachoeira. Não há raiz, árvore e nem nada para se segurar, o único jeito é confiar no quinto apoio (vulgo bumbum, rs!) e se arrastar sentado morro abaixo.

OBS.:  GENTE, INFELIZMENTE VCS TERÃO QUE  ACREDITAR NA NOSSA PALAVRA, NÃO TINHA A MÍNIMA CONDIÇÃO FOTOGRAFAR SEM TOMAR UM ROLA MORTAL!

  • A má notícia é que a volta é pelo mesmo caminho e se a ida foi difícil (mesmo com todo santo ajudando na ladeira) a volta é pior ainda: rastejando com o peito colado no morro, haja coração!!!

A  CACHOEIRA

 São 70 metros de queda sobre vários patamares de rocha. As chuvas na serra dão mais volume e beleza à cachoeira.

Cachoeira da Fumaça

Fraquinha pela falta de chuvas, mas lindona!

A  FUMAÇA

Então fica assim gente: tudo o que vimos nos mirantes foi a  tal da fumaça (neblina), mas foi bom também!

E não fosse a neblina vcs veriam Cubatão

E do poço na cabeçeira da Cachoeira da Fumaça, não fosse a fumaça vcs veriam Cubatão!!!

 DICAS EXTRA (ordinárias – só nós achamos graça nesse trocadilho, mas como o blog é nosso,rs!)

  • Guia ambiental (porque é mais seguro e ninguém quer ficar perdido na Mata Atlântica, né gente?!)

Marco Monitor –   (11) 93968578

Expedito Pedro – (11) 74410408

Caneco Verde  –   (11) 9839-0927

  • Extensão do trajeto: 7 km

  • Tempo de percurso: 4 a 5 horas, depende das condições da trilha e do ritmo da galera

  • Como Chegar:

Trem – até Rio Grande da Serra (2,90 dinheiros)

Ônibus (Intermunicipal para Paranapiacaba/SA) – da Estação Terminal Rio Grande da Serra até o ponto da empresa Solvay (3,30 dinheiros)

 Carro – até Rio Grande da Serra (é possível deixar o carro próximo à estação de trem) + ônibus.

  • Levem seu lanche de trilha, não há nenhum boteco encardido por perto!

 

  • A Cachoeira da Fumaça é a primeira (e maior) de uma sequência de cinco quedas que formam a Ferradura, um trajeto em terreno muito mais acidentado e  com extensão total de 6,9 km (veja detalhes do trajeto aqui), que infelizmente não conseguimos fazer por causa do horário.

Em frente à Cachoeira da Fumaça, Paredão da Ferradura!

Mais quedas láááááá embaixo

FOTOS, FOTOS, FOTOS – clique aqui!

Tudo bem, fica pra próxima! E vcs vão quando?

Bjo gente!

Cachoeira da Fumaça – Alegre/ES

31 ago

Oi gente!!!!

Desculpem, mas deixamos de contar um capítulo importante e emocionante da nossa viagem sem fim (aquela dos bumbuns quadrados – de São Paulo ao Espírito Santo, passando  rapidamente pelo Rio de Janeiro, em três dias): conhecemos um pedacinho da Serra do Caparaó!

Gente, que tudo!

 A  CACHOEIRA

Gente, é o que há, é tudo de bom, são toooodos os superlativos que se possa verbalizar! É linda e E N O R M E!!!

O Rio Braço Norte Direito, nasce no alto da Serra do Caparaó e quando passa pelo município de Alegre, se joga de uma altura de 144 metros  formando a belíssima Cachoeira da Fumaça. Mais tarde ele reencontra  seu irmão gêmeo heterozigoto, o rio Braço Norte Esquerdo , e juntos formam o Rio Itapemirim.

Suuuuper!!!!

O  PARQUE

                               No final da década de 80 a majestosa Cachoeira da Fumaça encontrava-se  no meio do … N A D A! Nadinha mesmo, coisa nenhuma!!! A região do entorno pertencia à pecuaristas e  havia sido transformada em pastagens. A população de Alegre, Guaçuí e Castelo, apoiada por ambientalistas do país inteiro, caíram de pau em cima do governo estadual, que pressionado (e não por ser bonzinho), desapropriou uma área que abrange os municípios de Alegre e Ibitirama e criou por decreto o Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça.

Informações muuuito úteis

 Ao longo dos anos a cobertura vegetal (Floresta Estacional Semidecidual) vem sendo recomposta e a fauna tem retornado à região na proporção das dimensões do parque. São observadas principalmente várias espécies de aves, alguns anfíbios (minha gente, os sapos estão em todo lugar!) e pequena diversidade de mamíferos de pequeno porte, principalmente roedores.

O parque é muito bem administrado pelo IEMA (órgão ambiental estadual), que promove várias atividades de interação com a comunidade, como cursos de educação ambiental, concursos fotográficos e até visitações noturnas, além disso conserva uma boa infra-estrutura:

  • Aberto diariamente das 08 às 17h;

  • Capacidade de visitação: 610 pessoas/dia;

  • Amplo Estacionamento (± 70 carros);

  • Centro de Informações com monitores  ambientais;

  • Sanitários;

  • Áreas de convivência para refeições;

 

                              

 

 

 COMO CHEGAR

A partir de Alegre,  após 10 km seguindo pela BR-482 (sentido Guaçuí), chega-se ao Distrito de Celina, de lá são mais 20km pela ES-185 sentido Iúna . Há cerca de 500 m do parque, uma placa indica a entrada à direita.

São apenas 3km de descida até a portaria, por uma ladeira de paralelepípedo  íngreme e muito sinuosa, mas logo após a primeira curva já se avista a cachoeira.

Cachoeira da Fumaça - Vista da Estrada que leva ao Parque

Para quem visita o parque pela primeira vez este convite é realmente emocionante.

 

 

 

 DICAS  EXTRA (ordinárias, rs!!!!)

Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça – ES

  • Fone:      (28) 9904-4824

  • E-mail:   pecf@iema.es.gov.br

  • Para os pobrinhos que assim como nós só viajam no modo econômico, a boa notícia: o parque não cobra taxa de visitação nem estacionamento,  😉

  • Não há área de camping no parque ou mesmo próximo dali.

  • A  Cachoeira da Fumaça é tudo de bom, mas não  é apropriada para  banho, tomem cuidado!

  • Cerca de 200m depois da entrada do Parque, tem um botequinho simpático (que já funcionou como camping, mas isso foi há muito tempo, atualmente não é permitido)onde é possível esquentar o frio por um preço justo, se é que vocês entendem o que queremos dizer, rsrsrs

    Ouro e Prata, mineiríssima apesar de estar no Espírito Santo

    Tempo escasso e  muito trampo: uma combinação infeliz pra nós que amamos viajar, mas nosso segredo para conseguir esperar pela próxima é aproveitarmos ao máximo, mas ao mááááááximo mesmo cada viagem!!!!  Claro que isso normalmente resulta em corpinhos esgotados e  cartão de crédito estourado, mas o lado muito bom, e que compensa todo resto, são os lugares  e pessoas que conhecemos, as  belezas que presenciamos, as roubadas em que nos metemos (toda viagem tem ao menos uma!). 

    A Ju fez uma associação muito feliz para esses momentos: são nossas “pílulas de humor”. Indicadas contra a rotina, combatem a fadiga e o stress, proporcionando alívio  imediato às pressões, problemas e chatices do dia-a-dia.

    Vocês  devem ter as suas também, né? Bjo gente!

 FOTOS, FOTOS, FOTOS (clique aqui)!!!!

MARATAÍZES/ ES

17 maio

Marata, para os íntimos!!!

Oi gente!!!

No dia seguinte a estréia do longa (kilo)metragem  a “Viagem sem Fim” – lembrem-se que foram 1000 km em 20 horas, estávamos confortavelmente instalados em nossa hospedagem “TUDO DE BOM” e  éramos mimados por nossos anfitriões com muita atenção, carinho, boas conversas, comidas deliciosas e repouso, de modo que a  última coisa que  nossos corpinhos de bumbuns quadrados queriam,  era  espremerem-se novamente num carro.  Se ao menos tivéssemos uma amiga fisioterapeuta!!!!!!! Pelo menos tínhamos nosso próprio guia nativo à disposição, aliás muitíssimo orientado!

Mas  o dia estava lindo e deliciosamente quente (cremos que S.Pedro perdeu nossa rota, ahahahaha!!!!),  e o mar, há apenas 45 minutos de distância! Gente, mar!!!!!! Ah, tá! Nesse caso, vamo ae!!!!

1ª SURPRESA

De Cachoeiro do Itapemirim a Marataízes pela ES-460, revezam-se extensas culturas de abacaxis e maracujás, e para nós, até então acostumados com o relevo do litoral paulista,  faltava alguma coisa: a serra.

Nossa ignorância em geografia se justifica: preferíamos anatomia comparada (namorar), filosofia e sociologia (botecos).2ª SURPRESA

No lugar da rústica cidade de veraneio que esperávamos encontrar, na periferia situam-se fazendas  e na região central, ruas estreitas apinhadas de casas (em construção ou reforma) e um comércio fervilhante, lembrando uma cidade do interior com vida própria e em franco desenvolvimento. O turismo não deixa de ser uma importante fonte de renda,  mas parece que desde sempre Marataízes apoiou sua subsistência principalmente em outras bases,  como a pesca,  construção civil, comércio e agricultura. Até 1992 pertencia como distrito a Itapemirim, passando a existir legalmente como município a partir de 1997.

As praias de Marataízes, da Barra, da Cruz e das Arraias são as mais habitadas, tendo toda orla construída. A água é geralmente turva, por causa das areias escuras.

 

O point do lugar é o bar do Geredy’s. Ferveção da temporada e feriados prolongados, promove vários festivais de ska, reggae, forró universitário, além de sediar a melhor festa de reveillon do litoral capixaba (se tudo der muuuito certo, pretendemos averiguar os depoimentos na virada 2011/2012).

Geredy’s

A partir da praia do Siri, sentido sul, as praias são mais selvagens e com poucas construções.

Praia da Boa Vista

3ª SURPRESA

Claro que sabemos da nossa insignificância frente a um mundo de milhões de anos, mas nossa vidinha tão breve nos força a dar importância ao horário comercial, quinto dia útil e etc. As falésias nos fizeram cair na real, embora não possam nos manter nela.

De frente para a escarpa, observamos as  diferentes camadas de solo que a formam e pensamos nos milhões de anos que levou para que fossem depositadas ali.

Milhões de anos para juntar o pozinho em camadas

 As Falésias de Marataízes são chamadas de falésias vivas porque ainda sofrem erosão, principalmente pela ação marinha, e apresentam uma taxa de recuo que varia entre 1 a 3,5 metros por ano. A desconstrução (de qualquer coisa) é sempre muito mais rápida!

Apenas alguns dias para desfazer

BÔNUS

Vimos nossas amadas tartarugas marinhas se alimentando de algas no costão rochoso em frente as falésias. Claro que não deu tempo de fotografar, vcs sabem como elas são tímidas, né gente!

 4ª SURPRESA

Lagoas!As mais badaladas são  a da Boa Vista e do Siri, mas são 8 no total.

  

Lagoa do Siri

CURIOSIDADES DE MARATAÍZES

BALADA EM MOVIMENTO – Por apenas 5 dinheiros, ao mesmo tempo se tem direito a dançar e dar um rolê pela cidade. Na carroceria do caminhão adaptado que circula pela orla, a galera agita com muita música eletrônica.

 

Rave Motor’s

GASTRONOMIA TÍPICA – A deliciosa moqueca capixaba o mundo inteiro já conhece, mas e o cachorro quente capixaba? Por 3,50 dinheiros e repleto de ovos de codorna, pasmem: fica ótimo!

 

Tuuuuudo!!!

POLICIAMENTO RODOVIÁRIO – Embora a campanha por um trânsito melhor e seguro seja nacional, os argumentos da polícia capixaba são muito mais convincentes.

 

Tratamento de choque!!!

INFLAÇÃO – Marataízes está muito próxima das refinarias e distribuidoras de petróleo da Bacia de Campos, mesmo assim o preço do combustível é assustador:

Voltemos à natureza, porém a pé!!!

 

POR-DO-SOL – O  céu de Marata no fim do dia, é deslumbrante:

 

Gente, que céu é esse???

CERVEJA – de garrafa, muuuuuuito acessível, rs:

Bebendo barato!!!

 

INFRAESTRUTURA E SANEAMENTO BÁSICO – Belezas à parte, a densa ocupação na linha da costa em Marataízes se deu de forma completamente irregular, não respeitando a legislação quanto ao recuo mínimo obrigatório. Essa situação expõe as moradias a risco devido a erosão causada pela elevação do mar e regime de marés, mas preocupa também pela contaminação devido ao descarte do esgoto doméstico.

O QUE MAIS TEM EM MARATAÍZES?

Sem dúvida nenhuma, muito mais do que nós tivemos o prazer de conhecer! São 25km de litoral repleto de lagoas, falésia, formações rochosas e praias lindíssimas!

Com certeza vale vááááárias visitas!

Bjo gente!