Ano novo, vida nova!

19 jan

Todo ano novo é assim: renovam-se as energias, as esperanças e a busca por uma vida melhor e mais agradável, mesmo que isso dependa de algumas (muitas?) lutas.

O nosso ano novo não foi diferente, mas foi. Explico: Este reveillon, como a grana de todo mundo tava curta, voltamos à nossa queriiiida Ubatuba, e arrastamos mais de 20 pessoas conosco – taí o nome do blog!!! O destino? Camping das Goiabeiras, praia de Ubatumirim, de novo! Tá no Guia de Hospedagem do blog, mas só pra adiantar: R$ 10,00 a diária (ótimo motivo para ir, não?!).

Neeeem preciso dizer que foi uma chuvarada só, né?! rs

Bom, começamos com 8 horas de trânsito, dia 30/12, para descer a serra Haja lona!pela Rodovia dos Tamoios; depois, foram dois dias (eu disse DOIS) de chuva (eu disse DOIS dias de chuva INTENSA). Após esse dilúvio todo, vocês podem imaginar que, além de não haver “queima de fogos” para nós na noite do dia 31 para o dia 1°, não tínhamos nem uma peça de roupa seca. Nem as toalhas! Ainda assim, fomos tentando manter o bom-humor, porque sabíamos que os céus nos recompensariam de alguma forma!!!

A nossa “descoberta” este ano foi uma praia que, na verdade, queríamos ir há muito tempo: a Praia do Félix.

Praia do Félix

Praia do Félix

Sim, Deus finalmente nos deu sol. E posso dizer: o sábado foi fantástico.

A praia é bonita, muito bonita. A entrada fica na Rio-Santos – passando o centro de Ubatuba, mais 18km ao norte, antes do posto policial. A entrada é de asfalto, mas logo chega-se a um trecho de estrada de terra. Pagamos R$ 5,00 no cartão Zona Azul (!!), para estacionar o carro pelo dia inteiro. Depois, andamos por uma estradinha de terra uns 300m, até chegar à praia.

Vista da praia

A praia é em forma de “U”, tem costão rochoso dos dois lados (adoraaamos pedras!), e é bem plana, com poucas ondas. Da praia, saem barquinhos que levam até a ilha do Promirim. Também tem muitos quiosques e barraquinhas, onde se pode comer um lanche bacana por um preço não muito salgado. Pagamos R$ 3,50 em um pastel bem servido e sem muito óleo… Dica: caso forem levar isopor ou caixa térmica, levem gelo – não achamos pra vender em nenhum lugar por lá!

Vista das pedras

Claro que nem preciso dizer que fomos andar nas pedras, né?! A vista é

Pausa para foto!

bonita demais e vale muito à pena queimar um pouco os pézinhos nas pedras quentes! rs Seguimos a trilha pelo lado direito da praia, onde tem um riozinho. Entre estas pedras e a praia do Félix, tem uma prainha muito bonita, que fica na saída de uma casa (!!). Tem até grama na praia! rs

Aos olhos atentos, o mar reserva algumas tartarugas marinhas!!! Nós vimos!!! 😉

Paramos para descansar e tirar uma fotinho. Lembre-se de levar água, se estiver muito calor. Se não para beber, a água serve para molhar um pouco as pedras onde você vai pôr o pé. Elas esquentam muitíssimo ao sol.

Lá vamos nós!!!

Voltando à praia, fomos dar um passeio de barco até a Ilha do Promirim. O passeio custa R$ 15,00 por pessoa e, se você for com muita gente, dá para negociar o preço. Éramos 12 e pagamos R$ 12,00 cada.

Como os barcos eram pequenos, a distância era longa e a turma era grande, fomos em 3 barcos. Mas não se deixe enganar:  o barquinho demora 10 minutos para ir e mais 10 para voltar. O barqueiro marcou conosco voltas de 10 em 10 minutos, e atrasou o nosso dia! Combine direitinho a volta!

Vista linda!!!

Chegando na ilha, achamos uma trilhazinha e seguimos por ela… muito barro e muitos escorregões depois, chegamos à ponta da ilha. Há uma pedra plana, por onde o mar atravessa para o outro lado, é beem bonito de ver! Bom, isso para quem gosta de trilha “pé na lama”. Para quem não gosta, vale ficar pela prainha mesmo!

Prainha da Ilha do Promirim

Olha, sinceramente, o passeio foi muito bom. Os dois dias de sol compensaram o aperto que passamos nos dias de chuva. A diversão, de qualquer forma, era garantida porque as pessoas eram muito legais. Não importa onde você está e como está o tempo: amizade é tudo!

Na volta, um acidente na Cachoeira do Promirim, e parece que uma garota morreu, escorregando nas pedras e caindo… uma lástima. Gente, muito, muito cuidado!

Do helicóptero da PM, levando a garota ferida.

Bom, depois disso não tem muito para contar para vocês, não… Só que saímos de Ubatuba às 23h20 do domingo e chegamos em São Paulo às 10h da manhã da segunda… nada que 11 horas de trânsito não resolvam! rs

E dá-lhe RedBull!!!

Bjo e abraço, viajantes! Até a próxima!!!

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3 Respostas to “Ano novo, vida nova!”

  1. Ricardo 26/02/2010 às 23:41 #

    Hello, All,

    Fazia tempo que não passava por aqui, pois nós, do blog vizinho, rs, também andamos um tanto ausentes nestes primeiros dois meses do ano.
    Gostei do post sobre Ubachuva, rs. Um reveillon bem mais animado que o nosso, aqui mesmo na metróple e, portanto, sem agitos.
    É a velha Lei das Compensações: não enfrentamos 8 horas de trânsito pra ir nem 11 horas pra voltar, mas, também não vimos o mar – ah! se Sampa tivesse praia, né?rs
    Abs a todos

  2. Viaj Ando 02/03/2010 às 10:49 #

    Acho que as pessoas que foram ao litoral deveriam saber:
    1- As ocupações irregulares vão inviabilizar o meio ambiente
    2- As vilas e cidades não tem esgoto, e o esgoto das ocupações irregulares, que geralmente ficam na parte de cima e próximas da montanha, são jogados nos rios e cachoeiras e vão para as praias.
    3- A coleta de lixo é irregular e com chuva tudo vai para os rios e praias
    4- Os comerciantes são desonestos e exploram os turistas
    5- Os turistas são mal educados e pensam que férias são sinal verde para bagunça, som alto, sujeira e violencia.

  3. Flávia 15/03/2010 às 17:29 #

    Concordo parcialmente com você Viaj Ando, mas creio que além de informar as pessoas que foram ao litoral, talvez fosse prudente também ressaltar:
    1 – às pessoas que foram às cidades de montanha, como Campos do Jordão, de que lá não há tratamento de esgoto, 100% in natura despejado na Bacia do Prata que abastece 42 cidades do Sul de Minas Gerais;
    2 – aos moradores de Barueri (Alphaville), Carapicuíba e Osasco que apenas 40% de seu esgoto é tratado;
    3 – aos habitantes do Grande ABC que em épocas de seca o rio Pinheiros é bombeado ao contrário de seu curso para repor os níveis da represa Billings que abastece 1,5 milhões de domicílios;
    4 – aos brasileiros de forma geral que diariamente são geradas 240 mil toneladas de lixo e que apenas 42% desse total é reciclado;

    5. A inviabilidade ameaça não apenas o litoral brasileiro como todos os ecossistemas.

    A desonestidade não pode ser atribuída exclusivamente aos comerciantes , nem a falta de educação aos turistas.

    Acho que pessoas como você deveriam saber que a preservação ambiental depende de ações sistêmicas, que envolvem muitas pessoas, e que preconceitos como o que você manifestou apenas contribuem para a degradação.

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