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Visconde de Mauá – RJ

9 jun

Visconde de Mauá – última parte! (4/4)

Bom, pessoas, como tudo o que é bom dura pouco, esta é a última parte da nossa viagem para Visconde de Mauá. Infelizmente, nós não conseguimos ir nas férias, tampouco conhecemos tudo na região, mas acho que pelos textos e fotos dá para se ter uma idéia de quanta beleza se pode encontrar lá.

No último dia, decidimos ir conhecer a Cachoeira de Santa Clara pela manhã,

Meu carro, depois de tentar subir a estrada de Santa Clara...

Meu carro, depois de tentar subir a estrada de Santa Clara...

daí poderíamos almoçar e pegar a estrada em seguida. Acontece que havia chovido na noite anterior, e a estrada estava um lameiro só! Até tentamos chegar lá de Corsinha, mas foi uma missão impossível!

Ok, em dias de tempo bom, o carro sobe numa boa, sem chorar. Mas nesse dia, em especial, não deu certo. E o Fabio e a Flávia ficaram sem ver uma das cachoeiras mais bonitas de Mauá… realmente uma pena. Agora, fazer o quê, vamos ter que voltar lá! ;-)

Santa Clara, belíssima!

Santa Clara, belíssima!

Tanques do Trutário

Tanques do Trutário

Acabou que, no meio do caminho, tive que voltar. Na volta, passamos pela Piscicultura Truta Rosa (você sabia que as trutas com pinhão são prato típico da região? Eu não gosto muito de peixe, mas aquela truta é ótima!!!). Como os tanques são abertos para visitação, fomos fuçar.

Depois da nossa tentativa frustrada, ainda pensamos em alugar um bug. Custa R$ 80,00 a hora, mas não estava disponível. Frustrados, mas contentes pelos dias que nós tínhamos aproveitado, fomos almoçar no restaurante “Delícias do Céu”. Os pratos fazem

Tábua Mineira

Tábua Mineira

jus ao nome: pedimos uma Tábua Mineira (tutu de feijão, arroz, ovo frito, couve, bisteca, linguiça) , e uma Truta Grelhada – cada um dos pratos são suficientes para duas pessoas comerem, ou mais. Uma comida ótima, que não demora a chegar, com um garçom muito simpático (Rodrigo), que também é o dono do

Truta Grelhada! Hummm!!

Truta Grelhada! Hummm!!

lugar. Conversando com ele, descobrimos que a mãe dele, Dita, aluga casas em Visconde de Mauá e, pelo que vimos, as casas são bem bonitas. A diária fica em torno de R$ 150,00 fora da temporada e cabem umas 8 pessoas, conforme ele nos contou. Os telefones da D. Dita são: (24) 3387-1106/9964 8703 e (24)3354-8354/9982-0607 (guardei um cartão! rs).

Depois do nosso beeelo almoço, enfim, nosso passeio acabou. Foi ótimo poder recordar tudo isso para escrever aqui, obrigada por “me lerem”. Abaixo, posto uma foto da vista, descendo a serra de Visconde de Mauá, rumo a Penedo. Beijo e abraço a todos! Até!

Lá embaixo, Resende.

Lá embaixo, Resende.

Visconde de Mauá/RJ

7 jun

Visconde de Mauá – Parte 3 de 4

Ainda no segundo dia em Visconde, saindo do Vale do Alcantilado, seguimos para a Cachoeira das Antas. Na

Cachoeira das Antas

Cachoeira das Antas, vista de cima da queda

entrada diz que paga pra visitar, mas nós não achamos ninguém pra cobrar, então não tenho a informação exata). Tem placas na estrada e uma porteira na entrada da Cachoeira. Bonita, com água verde. Não tinha ninguém, então não sabemos se dá para mergulhar… É uma cachoeira muito bonita e tem acesso tanto pelo poço formado pela queda quanto pela parte de cima, onde se sobe por uma pequena trilha.

Saindo da Cachoeira das Antas, fomos para a Cachoeira da Saudade. A estrada é de terra, tem uma porteira na entrada, que descemos para abrir. AS condições da estrada não são as melhores então, muita paciência para não ralar o carro… Se você tiver um 4×4, ótimo! Mas nós fomos de Corsinha mesmo, e ele aguentou bem o tranco. Da porteira, são mais uns 4 km de estrada esburacada e estreita.

De todos os guias que consultamos, nenhum nos dizia que havia mais de uma

Cachoeira da Saudade

Cachoeira da Saudade

queda a ser visitada. Qual foi a nossa surpresa quando descobrimos que são 12 quedas e um mirante! Foi uma pena, porque chegamos lá ao anoitecer. Eram 17h quando adentramos a lanchonete logo antes da trilha, onde se paga R$ 4,00 para visitar o complexo. Essa foto aí ao lado eu roubei, porque quando cheguei não dava para “ver” mais nada com a lente da câmera. Em breve, colocarei as fotos on-line, para apreciação. Por enquanto, vocês podem curtir as fotos do álbum que eu roubei essa, no Picasa. Ainda bem que levamos lanternas! rs

Saindo de lá, frustrados, cansados e famintos, fomos para “casa”, tomar um

Nós, famintos, esperando a pizza, que veio logo!

Nós, famintos, esperando a pizza, que veio logo!

banho e curtir um pouco a noite em Maringá. Jantamos na “Academia Brasileira de Pizzas”, uma pizzaria muito boa e com preço justo. Bebemos Guaraná Mantiqueira (muito boom! Tem gosto de tubaína! rs). Experimente também o sorvete finlandês que vende lá, uma delícia!

Guaraná Mantiqueira!

Guaraná Mantiqueira!

Depois do Guaraná Mantiqueira (rs), fomos dar uma volta pela noite de Maringá, olhar as lojas, as pessoas e as coisas que ainda não tínhamos visto. A vila é muito agradável, embora o agito mesmo esteja em Maromba. Como não estávamos afim de balada, nem tínhamos recursos financeiros para tal, ficamos em Maringá mesmo. Para quem quer só curtir um vinho e uma música ambiente, tem o Casebre, o Zanzibar, o Restaurante do Mineiro (os três na rua da ponte) e a Parada do Pastel, que fica logo em frente à rua da ponte para pedestres Maringá RJ/Maringá MG. Como o clima é frio, a maioria dos lugares também serve fondue.

Como todo mundo sai de carro à noite, recomendamos passeios à pé. Assim, você evita o “trânsito”, já que a rua principal de Maringá é um pouco estreita. Mas se você se hospedar um pouco longe, ou o tempo não estiver muito agradável para caminhadas, tem um estacionamento em Maringá, ao lado do supermercado.

Boa viagem, e até amanhã!

Visconde de Mauá/RJ

6 jun

Visconde de Mauá, RJ – parte 2 de 4

O nosso segundo dia em Mauá? Foi looongo! Vou dividir o dia 02 em 2 posts, para não ficar cansativo de ler, ok?

Anoitecer em Mauá...

Anoitecer em Mauá...

Bom, no primeiro dia, como eu contei no post anterior, nós fomos dormir às 17h30. Cansados, com sono, nem vimos as horas passarem e, quando acordamos, além de estar garoando, não tinha mais nenhum lugar aberto para jantar. Ficamos batendo papo na porta das barracas mesmo…

No dia seguinte, famintos, fomos até Maringá em uma padaria que tínhamos visto no dia anterior: fica logo antes da ponte Maringá/RJ-Maringá/MG. Os preços são justos e o atendimento é bom (tem uma cerveja chamada “Serra Gelada”, não deixem de experimentar! É muito leve, feita na região e não é cara).

Depois do café, decidimos visitar o “Vale do Alcantilado”. É um complexo com 9 quedas d’água, com banheiros no início da triha e latas de lixo por todos os cantos, bem sinalizado. Você paga R$ 5,00 para entrar e o rapaz da portaria fica com um controle de quem está fazendo a trilha (se você não voltar, pelo menos alguém vai ficar sabendo! rs). Quando entra, você ganha esse mapa aqui:

Mapa do Alcantilado

Mapa do Alcantilado

A cachoeira do Alcantilado, láá longe!

A cachoeira do Alcantilado, láá longe!

De posse do mapa, começamos a nossa caminhada. São 3 km ao todo, 1,5km de ida e 1,5km de volta. Considere essa distância antes de começar, porque é uma distância que se percorre SUBINDO. Mas não tem problema, porque a maior parte da subida é leve e como tem muitas paisagens para ver, você acaba nem sentindo… Leve uma garrafa de água e vá com calçados leves. Essa foi a segunda vez que eu fui para o Alcantilado, e a segunda vez que garoou.  Não sei dizer se o tempo costuma ser chuvoso mesmo por lá, mas por via das dúvidas, vá de roupas leves, que elas secam rápido. Leve um agasalho!

Vimos que, dentro do “Vale”, tem casas para alugar, mas não ficamos sabendo o preço. Se você se interessar, o telefone é (24) 9264-5146 (horário comercial) e (24)9954-7244 (das 18h as 21h) – Falar com Lúcia.

Vista parcial do mirante

Vista parcial do mirante

Como são muitas cachoeiras, eu prometo à vocês que criarei um álbum virtual para pôr todas as fotos. A quem for, dizemos o seguinte: vale à pena. As quedas d’água são muito bonitas. Em dias de sol, pode-se tomar banho em várias delas, que estão em clareiras.

Na subida, não deixe de parar, logo depois da Cachoeira do Açude, no mirante no meio da trilha. Tem uma ótima vista das redondezas (vista verde, diga-se de passagem), e serve também para tomar um pouco d’água e descansar da subida.

Logo depois do mirante, há uma cachoeira chamada “do Lageado”, onde você

Passagem da Cachoeira do Lageado

Passagem da Cachoeira do Lageado

atravessa com a ajuda de uma corda, pois a água escorre por uma pedra quase plana (daí o nome “Lageado”). Da primeira vez que eu fui, a passagem não tinha pedras, você tinha que pisar diretamente na água. Tirávamos os tênis, pés suados e quentinhos, direto para a água fria! Brrrrr!! Agora, tá mais fácil!

Vocês vão andar por mais 4 cachoeiras, até chegar à Cachoeira do Alcantilado.  Aí vem a recompensa! Uma vista melhor que a do mirante, com direito à algumas pedras para sentar e descansar. A última subida é a mais puxada: são 365 metros (ou 350m, dependendo do caminho que você escolhe – nós fomos pelo mais longo). Aí está ela:

Cachoeira do Alcantilado

Cachoeira do Alcantilado

Depois que descemos, comemos um pastel no início da trilha. Tem uma pastelaria bem bacana, com preços justos e pastel muito bom. Recmendamos o pastel de pinhão com queijo, para quem gosta de novidades! E a porção de pinhão também é muito boa!

Apreciem a paisagem!!! Até o próximo post!

Visconde de Mauá/RJ – Tudo de bom!!!

4 jun

Visconde de Mauá, RJ – 1 de 4

Todo mundo tem um “lugarzinho do coração”. Aquele lugar que você foi, que

Vista da Serra, pôr do sol

Vista da Serra, pôr do sol

foi bacaníssimo e daí você sai recomendando pra todo mundo, quando o assunto é viagem. Pois bem, para mim, este lugar é VISCONDE DE MAUÁ, um vale na Serra da Mantiqueira, cercado por muuuito verde e mais cachoeiras do que eu consegui visitar nas 3 vezes em que estive lá…

Fiquei sabendo da existência de Visconde de Mauá no meu primeiro ano de namoro, quando procurava um lugar para passar as férias… meu namorado já havia ido com um amigo e a família, então decidi conferir se a beleza era toda aquela que ele falava. Não. Era muito mais!

Nós, armando nossas "casas" no Camping do Torto

Nós, armando nossas "casas" no Camping do Torto

No feriado de 1° de maio deste ano, decidi mostrar essa beleza para a Flávia (a outra editora do blog), e para um amigo de trabalho, o Fabio. Pesquisamos na internet um lugarzinho barato para ficar e decidimos acampar para economizar o dinheirinho e poder usar em outras coisas. Optamos pelo Camping do Torto (veja informações no post “Onde ficar, onde não ficar“), que fica entre as duas principais vilas: Maringá e Maromba. O camping é todo gramado, tem pontos de luz e ao lado dele corre o Rio Preto, que cruza todas as vilas faz a divisa de estados entre Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Cachoeira Véu da Noiva

Cachoeira Véu da Noiva

No primeiro dia, decidimos tomar café em Maromba, aproveitando para conhecer as cachoeiras mais próximas, que são o Véu da Noiva, a Cachoeira do Escorrega e o Poção da Maromba. Como chegamos cedo (saímos de São Paulo por volta da 1h50 e chegamos em Mauá mais ou menos 5h30), ainda pudemos ver o sol nascer e iniciar os passeios pelas cachoeiras de manhã. O acesso à Véu da Noiva é fácil, seguindo por uma trilha sinalizada. Não paga nada para entrar, e é possível tomar banho nela, mas estava muuito frio e decidimos não arriscar. Antes de chegar à queda principal, há um poço chamado “Poço Dama de Honra”, também propício para banho. O único detalhe a ser observado é que não tem estacionamento… dá para ir à pé partindo de Maromba: uns 10 a 15 minutos de caminhada, no máximo. Eu preferi subir de carro e deixar na rua mesmo, perto da entrada da cachoeira, conforme orientação de um morador.

De lá, partimos para a Cachoeira do Escorrega, uma das mais famosas e queridas de Mauá. Famosa e querida, sim, porque tem um escorrega gigante, que dá nome à cachoeira. A água é verdinha e de lá de cima você pode apreciar a vista, o pôr do sol ou os girinos que crescem nas poças d’água. Da outra vez que fui, tinha até casal de sapos acasalando! rs

Cachoeira do Escorrega

Cachoeira do Escorrega

Notem que há uma pessoa lá em cima na cachoeira, olhando para baixo. Assim vocês podem ter idéia do tamanho… Aliás, é um pedacinho dela que vocês vêem todo dia no banner aqui do blog.

Depois, como dava para ir à pé ao nosso próximo ponto turístico, fomos ao Poção da Maromba. Voltando pela estrada de terra do Escorrega, sentido Maromba. Antes de chegar ao Poção, paramos no botequinho para pegar uma cerveja e uma Coca Cola gelada. No caminho, tem uma lanchonetezinha chamada “Cantão da Maromba”, onde fomos atendidos pela simpática Natália. A lanchonete é vegetariana e o esposo da Natália (Rui), escreve um jornal da região (o Te&So), que você pode pegar na loja mesmo… Comprei uma Coca-Cola e fui conhecer o “quintal” da casa dela, que é um pedaço de mata atlântica, onde dá para tomar banho tranquilamente, em uma prainha do Rio Preto… chatíssimo, não!?

Seguimos então para o Poção da Maromba. Ei-lo:

Poção da Maromba

Poção da Maromba

Água verdinha, poção para banho com uma queda. Mas não se engane: tão fundo que dá para mergulhar da pedra.

Depois disso, cansados e famintos, almoçamos e fomos dormir, porque ninguém é de ferro, né?! Quando terminamos o nosso dia de passeios, tomamos banho e decidimos deitar um pouco, pra descansar o corpo. Nem preciso contar que só acordamos no outro dia, né?!

Mas isso é história pro post de amanhã…

Até lá!

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