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Mini post – São Paulo

15 set

Olá viajantes!

Non Dvcor Dvco - "Não sou conduzido, conduzo".

Temos comentado muito sobre passeios próximos à cidade de São Paulo (alguns não tão próximos assim! rs), mas nunca havia pensado em FALAR sobre São Paulo. São tantas coisas que seria necessária uma série de posts.

O fato é que a gente nunca separa um tempo para conhecer e aproveitar o que a cidade nos oferece. Maaaaas, achei um blog muito interessante de uma moça que mudou-se para cá, o São Paulo para Iniciantes. O blog é escrito pela Ana Reczek, uma crisciumense que mudou-se para Sampa em setembro de 2009 e vai aos poucos desvendando os mistérios, as delícias e os infernos deste “país”, com seus mais de 40 milhões de habitantes.

Vale à pena conferir.

Abraços e até!

O que fazer com seu lixo eletrônico? E o sofá velho?

3 set

Olá viajantes!

Sei, sei. O post foge um pouco do tema viagens… mas nem só de viagens vivemos, como vocês já devem ter percebido! rs

É coisa rápida: estava “viajando” na internet e achei dois links que podem ser um tanto úteis. Um é o E-lixo, que é um projeto da Secretaria do Meio Ambiente do estado de São Paulo em parceria com o Instituto Sérgio Mottas, que indica locais de coleta para aparelhos eletrônicos, baterias, pilhas e toda essa coisa velha que você não sabe onde por, mas sabe que não pode jogar no lixo comum (aquele que o lixeiro leva). O outro link é o dos Ecopontos, que são locais criados pela prefeitura da cidade de São Paulo, onde devem ser descartados pequenos volumes de entulho, móveis (tipo SOFÁS, né?!) e recicláveis.

Bom ter essas informações, né? Podem ser úteis uma hora ou outra ;-)

Abraços e até!!!

p.s.: vou colocar os links aí do lado >>

Playcenter?

18 fev

Olá viajantes!

Em 2009, eu havia prometido viajar em todos os feriados possíveis, porque sabia que este ano seria mais difícil viajar, já que a minha empresa não imenda feriados. Este fato rendeu mais posts e viagens do que eu esperava e fez nosso ano muito mais divertido!

Em 2010, a coisa vai ser um pouco diferente – a ausência de feriados prolongados vai dificultar, e muito, as nossas viagens. Mas sempre que eu tiver uma notícia interessante, um bom site para pesquisas ou lugares novos para mostrar, estarei aqui, ok?

Neste carnaval, o Eric trabalhou segunda e terça-feira, então não conseguimos ir para longe… para não desperdiçar o feriado, fomos ao Playcenter no domingo.

Para quem não conhece, o Playcenter é um parque de diversões tamanho G, com brinquedos “radicais” (desses que dão frio na barriga!). Tava lotado, claro. O Playcenter funciona de sexta à domingo e feriados, das 11h às 19h. O ingresso custa R$ 39,90, meia para estudantes, e R$ 22,00 para aniversariantes; o estacionamento é R$ 17,00 no parque, mas tem ônibus gratuito no Metrô Barra Funda.

Bem, juntamos uma quantidade razoável de malucos (15), levamos lanchinhos e protetor solar (tava um sol louco!). Vambora!

Depois do banho fomos felizes!

Realmente, o segredo da diversão não é o lugar. O segredo é levar com você um monte de gente disposta a se divertir, não importa como. Dica: Se você for ao Playcenter em um dia de sol, vá primeiro ao Splash ou ao Waimea (ambos na água = REFRESCANTE!). Estou dando a dica porque foi o que NÃO fizemos, e passamos um calor impressionante. A coisa só começou a melhorar depois do “banho”! rs

Boomerang

Boomerang

E as atrações são muitas, mas prepare-se para as filas. São imensas: a do Boomerang foi de 1h20 (praticamente igual à da Caixa Econômica! rs).

Evolution

Evolution

A fila do Evolution foi de 1h30… mas esse foi o nosso último brinquedo, então não tinha problema esperar mais um pouquinho.

Foi neste brinquedo que vimos o rapaz

O parque tem diversões para todos os gostos, mas todas elas envolvem emoção. A melhor cena do nosso dia foi ver um rapaz de cadeira de rodas circulando pelo parque e brincando nos brinquedos. Apesar do parque não estar adaptado à pessoas com necessidades especiais, é bom saber que tem gente com coragem suficiente pra se divertir e superar as diferenças!

Carimbo

Carimbo

Entramos no parque por volta das 13h, brincamos em 6 brinquedos, lanchamos e saímos de lá com uma boa impressão do lugar: ainda é divertido ir ao Playcenter. Junto com  as lembranças, também trouxemos o carimbo na mão, dado na entrada do parque, e a desconfiança de que, conforme a idade vai aumentando, a tolerância a fortes emoções e o cansaço também aumentam! rs

Boa viagem à todos.

Até!!

P.E. do Jaraguá – São Paulo/SP

28 set

Este post inaugura o novo layout! Já que último post foi sobre o eco4planet, escolhi um tema de fundo escuro (fica mais condizente com a nossa proposta! rs). Espero que gostem!

Mapa do Parque

Mapa do Parque

A nossa visita ao Parque Estadual do Jaraguá nos rendeu dois carimbos nos nossos passaportes. Foi uma visita surpreendente, do começo ao fim.

Chega-se ao parque pela Rodovia Anhanguera (cujo acesso está em obras -

As antenas e a neblina

As antenas e a neblina

tivemos que fazer um pequeno desvio, que nos custou uns 10 minutos a mais), no km 18. Siga as placas sentido “Jaraguá” ou “City Jaraguá”. Já na Estrada Turística do Jaraguá, siga as placas “Pico do Jaraguá”. O parque tem duas entradas: a primeira é para quem pretende subir ao Pico de carro; a outra dá acesso à outra parte do parque, onde estão as entradas das trilhas, área para churrasco, lanchonete e a guarita do parque.

Macaco Prego

Macaco Prego

Começamos a caminhada pela Trilha do Pai Zé, que tem 3,6 km de extensão (ida e volta). Prestando bem atenção na trilha e ouvindo o silêncio da mata, você poderá apreciar vários amiguinhos como este aí do lado. Vimos macacos prego na maior parte da trilha, onde havia vegetação densa. Demoramos média de 1h15, 1h30 para subir. A trilha leva ao Pico do Jaraguá e suas duas aaaltas antenas, que podem ser vistas de várias partes da cidade de São Paulo.

Neblina!

Neblina!

Infelizmente para nós, São Pedro aprontou uma das boas e não nos deixou curtir a vista da trilha, que deve ser bem bacana nos dias de sol: tava uma neblina lascada. E não se enganem se pensam que era fim de tarde – essa foto foi tirada por volta das 13h.

Mais um amiguinho!

Mais um amiguinho!

Depois de terminar a nossa tão querida trilha, detentora do nosso 5° carimbo, e como ninguém é de ferro, decidimos parar para um lanchinho.

Pausa para o lanche!

Pausa para o lanche!

Estávamos então no Pico do Jaraguá – lanchonete, banheiros, mirante, escadaria imensa para a antena mais alta e … macacos! rs Sim, eles estão por tooooda a parte mesmo. Se bobear, até nos banheiros!

A vista do Mirante

A vista do Mirante

No mirante, consta a informação de que o Pico do Jaraguá é o ponto mais alto da cidade de São Paulo, com altitude média (?) de 900m e máxima de 1135m. Então, o que se vê lá de cima são casas, prédios, mais casas, algumas indústrias, conjuntos habitacionais e o aterro Bandeirante.

Quando descemos da trilha do Pai Zé (acredite, a descida é feita com tanto cuidado quanto a subida, por causa dos degraus), fomos procurar uma outra trilha, que também vale carimbo no passaporte Trilhas de São Paulo: a Trilha do Silêncio.

Nós e a Trilha do Silêncio

Nós e a Trilha do Silêncio

A Trilha do Silêncio foi inaugurada este ano, pelo secretário do meio ambiente do estado de São Paulo e pelo governador, José Serra. É uma trilha curta, com 828m de extensão. O que a torna especial é o fato de ser adaptada para pessoas com deficiência – o chão é de madeira, largo, com corrimão dos dois lados e placas com os nomes das árvores escritas em Braille. A trilha é curta, mas deliciosa. Pode-se apreciar com calma algumas espécies de árvores nativas da Mata Atlântica, inclusive o palmito Jussara, tão querido por nós.

Não resistimos!!!

Não resistimos!!!

Apesar dos avisos “Não alimente os animais”, parece que ninguém respeita a regra por lá. Os macacos estão acostumados a ganhar comida, e um deles, inclusive, desceu para nos pedir comida e ficou em pé (é, a foto não saiu boa porque eles são beeem rápidos e ariscos! rs). Como andam em bando, é bom que você leve comida o bastante para todos! E, por favor, caso queira mesmo alimentar os bichinhos, leve frutas (tínhamos uma banana, que sobrou do lanche!!! rs). Nada de ficar entuxando os bichinhos com pão, salgadinhos e essas tranqueiras que comemos!

Depois de toda essa caminhada, você pode sentar em um dos banquinhos próximos ao lago e apreciar a paisagem!!!

P E Jaraguá 054

Por causa do mau tempo e da distância, esperávamos muito menos deste passeio do que ele nos deu… os macacos são bichinhos ótimos e fazem desta trilha um passeio muito divertido! :-D

Espero que apreciem tanto quanto nós.

Abraço à todos e até a próxima!!!

Núcleo Engordador – P.E. Cantareira

15 jul

Núcleo Engordador – Parque da Cantareira

Continuando o nosso feriadão de 9 de julho, fomos conhecer a Trilha da Cachoeira, no Engordador. O nome tem origem em um antigo criador de gado que havia na região. Seguindo pela Av. Maria Amália Lopes de Azevedo, que cruza a Av. Cel. Sezefredo Fagundes, há sinalização para o núcleo do Engordador através de placas indicativas de pontos turísticos, as placas marrons. Quase perdi a entrada! Fica à direita, pouco depois da última placa. É uma ladeira de cascalho, estreita e escondida.

Entrada do Núcleo: mapa

Entrada do Núcleo: mapa

Para ser bem sincera, esperávamos mais desta trilha. Tem coisas bacanas para se ver, mas ela se parece mais com um “bom lugar para se passar um domingo”. Queríamos o carimbo e já estávamos próximos ao local. Então, aproveitamos para conhecê-la.

Informações:

Início da trilha - Ducha

Início da trilha - Ducha

Endereço: Av. Coronel Sezefredo Fagundes, 19.100 (acesso pelos bairros, ou pela Rodovia Fernão Dias km 79), zona norte, São Paulo.

Telefone: (11) 2995-3254

Percurso: 1 hora e 30 minutos

Extensão: 3 km

Piso da trilha: Cascalho e terra.

Como na Trilha da Pedra Grande, paga-se R$ 5,00 por pessoa, para entrar. Tem estacionamento lá dentro, então paga-se mais R$ 5,00 pelo carro. Ah! Nas trilhas do Parque da Cantareira, estudante paga meia, então leve a sua carteirinha! ;-)

A trilha tem percurso curto e poucas partes íngremes: é mais agradável para

Banho?

Banho?

quem quer apenas fazer uma caminhada ouvindo o barulho dos pássaros. Muito bem cuidada, não se vê lixo no chão ou papéis jogados por todos os cantos. Há muitas famílias passeando.

Logo no início da trilha, pode-se avistar a área para lanches, com alguns quiosques e bancos de madeira, um parquinho no fundo e chão gramado. Para quem gosta muito de água, tem também a Ducha do Guaru: é um duto de água, com um poço embaixo. Dá até para tomar um banho, mas nós não quisemos arriscar! rs

Neste parque também há a “Casa da Bomba”, uma espécie de museu que explica como era feita a captação de água pela Sabesp, o funcionamento das bombas, etc.

Da represa!

Da represa!

Dê uma conferida também na represa, que fica logo acima da área para lanches.

Andando pela trilha, você avista algumas quedas d’água. São pequenas, mas dão banho. A que nós mais gostamos foi a Cachoeira do Tombo. O acesso é fácil, embora as pedras sejam escorregadias (por isso o nome, cuidado!).

Cachoeira do Tombo

Cachoeira do Tombo

Cachoeira do Engordador

Cachoeira do Engordador

Outra queda d’água é a Cachoeira do Engordador. Encontramos várias pessoas tomando banho e se divertindo… não dava para tirar muitas fotos! rs

É uma grande rocha, por onde a água escorre. Nos disseram que o volume de água que escorre na pedra costuma ser muito maior, mas por não ter chovido nos últimos tempos, ela estava “fraca”.  Também fiquei sabendo que nas primeiras horas de sol da manhã, é possível avistar uma grande variedade de espécies nativas, desde famílias de macacos até cobras e aranhas. Como fomos na parte da tarde, não vimos nenhum bichinho… :-( MAs há espécies muito interessantes de árvores, como a grande Figueira e o Cedro Rosa (veja no link “Fotos).

Dica para quem vai seguir pelas Trilhas de São Paulo:

Levem lanche e bebidas!

Pelos três parques em que estivemos, pudemos notar a ausência de lanchonetes e afins. Não tem lugar algum para comprar comes e bebes, embora perto das entradas sempre haja alguém ganhando um dinheirinho com um carrinho de lanches ou um barzinho… Levamos o nosso próprio lanche e fomos bem felizes, mas saímos do Engordador ansiosos para achar um restaurante para almoçar!

As fotos desta trilha estão no link acima, juntamente com as fotos da Trilha da Pedra Grande.

Abraço à todos, até a próxima!

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