Oi gente!
Remexendo na memória inconsciente do PC, conseguimos resgatar lembranças de uma trilha muuuuito legal que leva a uma cachoeira lindíssima: a Cachoeira da Fumaça, no Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Parapiacaba/SP.
O QUE TEM DE LEGAL?
TUUUUUUDO!!!
Cachoeiras, mirantes, relevo, vegetação, fauna, o vale, os rios, lagos, prainhas, o silêncio, as águas, as rochas, a paisagem, etc
A TRILHA
1º Trecho: da rodovia até um pouco além das torres de alta tensão, a trilha atravessa uma propriedade particular desmatada há bastante tempo para a instalação de uma indústria de plásticos. O mais legal:
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Brejos e atoleiros formados pelo pisoteio em solo argiloso repleto de poças d’água. Escorrega, gruda, afunda! Gente, é uma melequeira muiiito engraçada!
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Regeneração da floresta – é muito interessante observar como a natureza busca o seu equilíbrio através dos estágios de sucessão da vegetação, com espécies emergentes de grande porte despontando em alguns pontos entre os arbustos, Essa vegetação é chamada de campo sujo.
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O barulhão absurdo das torres de transmissão de energia dá até um medinho. Impressiona mesmo!
2º Trecho: Floresta Costeira da Serra do Mar – Mata Atlântica. O mais legal:
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A Mata Atlântica, oras! Linda e exuberante! Ao trilhar é legal prestar atenção às diferenças entre a floresta e o campo sujo: solo mais rico, microclima (mais umidade e temperatura ligeiramente mais baixa), maior diversidade de espécies, vegetação mais densa, fauna mais abundante.
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É água pra caramba – durante todo percurso pela floresta se observa a grande quantidade de nascentes que declinam para a bacia oceânica formando córregos, poços, rios, cachoeiras e corredeiras.
3º Trecho: Descida ao pé da Cachoeira da Fumaça. O mais legal:
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Adrenalina!!! Principalmente se tiver chovido! A última parte da trilha para a Cachoeira da Fumaça é uma descida super inclinada, por uma cicatriz de escorregamento paralela à cachoeira. Não há raiz, árvore e nem nada para se segurar, o único jeito é confiar no quinto apoio (vulgo bumbum, rs!) e se arrastar sentado morro abaixo.
OBS.: GENTE, INFELIZMENTE VCS TERÃO QUE ACREDITAR NA NOSSA PALAVRA, NÃO TINHA A MÍNIMA CONDIÇÃO FOTOGRAFAR SEM TOMAR UM ROLA MORTAL!
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A má notícia é que a volta é pelo mesmo caminho e se a ida foi difícil (mesmo com todo santo ajudando na ladeira) a volta é pior ainda: rastejando com o peito colado no morro, haja coração!!!
A CACHOEIRA
São 70 metros de queda sobre vários patamares de rocha. As chuvas na serra dão mais volume e beleza à cachoeira.
A FUMAÇA
Então fica assim gente: tudo o que vimos nos mirantes foi a tal da fumaça (neblina), mas foi bom também!
DICAS EXTRA (ordinárias - só nós achamos graça nesse trocadilho, mas como o blog é nosso,rs!)
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Guia ambiental (porque é mais seguro e ninguém quer ficar perdido na Mata Atlântica, né gente?!)
Marco Monitor – (11) 93968578
Expedito Pedro – (11) 74410408
Caneco Verde – (11) 9839-0927
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Extensão do trajeto: 7 km
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Tempo de percurso: 4 a 5 horas, depende das condições da trilha e do ritmo da galera
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Como Chegar:
Trem – até Rio Grande da Serra (2,90 dinheiros)
Ônibus (Intermunicipal para Paranapiacaba/SA) – da Estação Terminal Rio Grande da Serra até o ponto da empresa Solvay (3,30 dinheiros)
Carro – até Rio Grande da Serra (é possível deixar o carro próximo à estação de trem) + ônibus.
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Levem seu lanche de trilha, não há nenhum boteco encardido por perto!
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A Cachoeira da Fumaça é a primeira (e maior) de uma sequência de cinco quedas que formam a Ferradura, um trajeto em terreno muito mais acidentado e com extensão total de 15 km, que infelizmente não conseguimos fazer por causa do horário.
FOTOS, FOTOS, FOTOS – clique aqui!
Tudo bem, fica pra próxima! E vcs vão quando?
Bjo gente!
Tags:Cachoeira da Fumaça, Paranapiacaba, PESM
















Olá meninas… Que bacana que fizeram a Fumaça. O trajeto é todo muito bacana mesmo. Depois de passar o atoleiro de lama e entrar na mata fechada ainda tem aquele câniozinho pequeno mas super bacana, a prainha, e o curso delicioso do rio que leva até a Fumaça. Como vocês foram com guia acredito que da prainha em diante foram por trilha. Se o fizeram, quando voltarem pra lá vão da prainha em diante pelo RIO mesmo. É outro estilo de passeio. A trilha vai sempre beirando a esquerda do rio, então o caminho é o mesmo, a única diferenlça é que é pela água, e se torna bem, legal e exige um quê de equilíbrio. Ou seja: Desafio! Rs… Ví que vocês desceram até um poção que tem depois da fumaça ainda… Pra vocês descerem no 2º poção é só continuar por uma trilha também à direita (tendo o 1º poção às suas costas) e descer mais 3, 5 minutos. Dá nessa queda mais alta que vocês pegaram uma foto de cima. E até a ferradura faltou bem pouco mesmo. Mais uns 30, 40 minutos acho que vocês chegavam lá. A partir da Ferradura começa o Vale da Morte. E há uns 30, 40 minutos a partir da Ferradura tem uma cachoeira que forma um Cânion (que a galera conhece como Garganta do Diabo) que é MUITO SHOW! Mas MUITO SHOW mesmo…. Não tenho muita noção de altura, mas devia ter uns 20 metros de altura e uns 7 de profundidade de água. Muito show. Fica a dica (se é que já não o fizeram) para a próxima vez que voltarem pra lá) Mas em tempo fechado e até mesmo não tão ruim o CUIDADO é sempre um belo companheiro. Rs…
É bom ver trips que você já fez e curtir vendo a narrativa e a descrição da trip aos olhos dos outros. E sempre uma coisa em comum: A paixão de quem curte isso.
Parabéns mais uma vez pelo site.
Beijos…
Boas Aventuras…
Oi Tiago! Bom vê-lo por aqui novamente!
Nós também descemos (ou melhor, rolamos, ahahahaha) pelo rio, é muito bonito mesmo!
Como assim Vale da Morte, Garganta do Diabo, Cânions e etc??? Meu Deus!!! Tudo isso aqui do lado e nós não vimos ainda??? Tô inconformada!!!!!
Vc bem que poderia ser nosso guia, né?!
Bjo!